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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Bloquear acesso às redes sociais traz riscos para a empresa

Para Valdir Arévolo, o CIO tem o papel de traduzir como os ambientes colaborativos podem abrir oportunidades de negócio para as organizações.

Por Tatiana Americano, da CIO Brasil
08 de abril de 2010 - 17h02

Um recente levantamento da consultoria em recursos humanos Manpower apontou que, no Brasil, mais de metade das empresas restringe o acesso às redes sociais. A principal justificativa para essa postura resistente está no medo das organizações lidarem com algo ainda desconhecido, de acordo com o consultor sênior da TGT Consult, Waldir Arevolo.

“As pessoas não entendem o que é, para o que serve e nem como esses ambientes podem ajudar a companhia. Com isso, focam só focadas nas ameaças que eles podem representar”, explica o especialista, ao apontar que essa posição pode ter efeitos negativos para as organizações.

Para Arevolo, quando as companhias restringem totalmente o acesso às rede sociais correm riscos que hoje desconhecem. “A ausência ou o ‘silêncio’ pode representar um péssimo sinal. Pois a empresa deixa de ouvir, de se comunicar, de interagir e de evoluir”, alerta o especialista, que acrescenta: "Isso não quer dizer que as empresas devem liberar totalmente o acesso, mas precisam escolher as redes que fazem mais sentido para o seu negócio."

Boa parte da mudança de atitude das empresas depende do CIO ou do gestor de TI, que deve funcionar como um facilitador, no sentido de traduzir as funcionalidades das ferramentas em oportunidades de negócio para a empresa. Mas a decisão de acesso a esses ambientes, segundo o consultor, precisa do envolvimento dos demais executivos da organização e, principalmente, da criação de políticas claras sobre o comportamento dos profissionais nos ambientes sociais.

Adoção gradual

Quanto ao melhor caminho para tirar proveito das redes sociais, Arevolo aconselha que as organizações tracem uma estratégia de abertura gradual. “Muitos têm optado por, primeiro, fazer um piloto interno”, conta. Segundo ele, ao testar as ferramentas dentro da companhia é possível detectar e ajustar possíveis problemas de comunicação sem grandes prejuízos para a imagem ou para a segurança da informação.

Outro fator fundamental para o sucesso das corporações na Web 2.0 está na motivação dos funcionários para utilizar os ambientes de forma adequada. Uma das saídas é divulgar internamente os resultados obtidos nas redes sociais, como o número de clientes que um determinado funcionário conseguiu conquistar por meio de uma ferramenta colaborativa.

Por fim, Arevolo ressalta que, ao contrário dos projetos tradicionais de TI, as políticas das empresas de acesso às redes sociais dependem da colaboração e do envolvimento de toda a organização e não devem ser tratadas apenas como uma iniciativa da área de tecnologia.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Os riscos de bloquear o acesso às redes sociais

Para Valdir Arévolo, o CIO tem o papel de traduzir como os ambientes colaborativos podem abrir oportunidades de negócio para as organizações

Tatiana Americano, da CIO Brasil
Publicada em 08 de abril de 2010 às 08h00

Um recente levantamento da consultoria em recursos humanos Manpower apontou que, no Brasil, mais de metade das empresas restringe o acesso às redes sociais. A principal justificativa para essa postura resistente está no medo das organizações lidarem com algo ainda desconhecido, de acordo com o consultor sênior da TGT Consult, Waldir Arevolo.

“As pessoas não entendem o que é, para o que serve e nem como esses ambientes podem ajudar a companhia. Com isso, focam só focadas nas ameaças que eles podem representar”, explica o especialista, ao apontar que essa posição pode ter efeitos negativos para as organizações.

Para Arevolo, quando as companhias restringem totalmente o acesso às rede sociais correm riscos que hoje desconhecem. “A ausência ou o ‘silêncio’ pode representar um péssimo sinal. Pois a empresa deixa de ouvir, de se comunicar, de interagir e de evoluir”, alerta o especialista, que acrescenta: "Isso não quer dizer que as empresas devem liberar totalmente o acesso, mas precisam escolher as redes que fazem mais sentido para o seu negócio."

Boa parte da mudança de atitude das empresas depende do CIO ou do gestor de TI, que deve funcionar como um facilitador, no sentido de traduzir as funcionalidades das ferramentas em oportunidades de negócio para a empresa. Mas a decisão de acesso a esses ambientes, segundo o consultor, precisa do envolvimento dos demais executivos da organização e, principalmente, da criação de políticas claras sobre o comportamento dos profissionais nos ambientes sociais.

Adoção gradual


Quanto ao melhor caminho para tirar proveito das redes sociais, Arevolo aconselha que as organizações tracem uma estratégia de abertura gradual. “Muitos têm optado por, primeiro, fazer um piloto interno”, conta. Segundo ele, ao testar as ferramentas dentro da companhia é possível detectar e ajustar possíveis problemas de comunicação sem grandes prejuízos para a imagem ou para a segurança da informação.

Outro fator fundamental para o sucesso das corporações na Web 2.0 está na motivação dos funcionários para utilizar os ambientes de forma adequada. Uma das saídas é divulgar internamente os resultados obtidos nas redes sociais, como o número de clientes que um determinado funcionário conseguiu conquistar por meio de uma ferramenta colaborativa.

Por fim, Arevolo ressalta que, ao contrário dos projetos tradicionais de TI, as políticas das empresas de acesso às redes sociais dependem da colaboração e do envolvimento de toda a organização e não devem ser tratadas apenas como uma iniciativa da área de tecnologia.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Palestra discutirá os principais erros cometidos nas redes sociais

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 18 de fevereiro de 2010 às 08h55
Atualizada em 18 de fevereiro de 2010 às 08h56

Leis e condutas nas redes sociais são definidas sem consenso, defende Mario Faria, na palestra 'Os 7 Pecados Capitais das Redes Sociais'.

No próximo dia 24 de fevereiro, o diretor de vendas e negócios da Accenture e professor da BSP, Mario Faria, ministra a palestra "Os 7 Pecados Capitais das Redes Sociais" na Business School São Paulo às 19h30, na capital paulista.

Durante o evento o profissional explicará como as leis e regras de conduta nas redes sociais ainda estão sendo escritas e definidas sem um consenso geral.


Serviço
Palestra “Os 7 Pecados Capitais das Redes Sociais”
24 de fevereiro / 19h30
Rua Jaceru, 247 - 8º andar (Região da Berrini)
Inscrições gratuitas

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

5 tecnologias que estarão na mira das empresas em 2010

Ferramentas de Business Analitycs e de colaboração encabeçam a lista de prioridades dos departamentos de TI no próximo ano.

Por Edileuza Soares, da Computerworld
14 de dezembro de 2009 - 07h00

Com a retomada da economia, as empresas brasileiras deverão comprar mais tecnologia no próximo ano. O estudo IDC Worldwide Black Book, que também analisou o Brasil, prevê investimentos na área de 29 bilhões de dólares em 2010, acima dos 27 bilhões de dólares que deverão ser aplicados até o final de 2009, excluindo gastos com telecomunicações, Business Process Outsourcing (BPO) e offshore.

>> Saiba onde estarão as vagas na área de TI em 2010

Os bancos continuarão puxando os gastos com TI em 2010, embora outras áreas devam apostar na modernização do parque para recuperar o espaço perdido no período da crise, como é o caso indústria de manufatura e de siderurgia. O setor de construção civil também deve dar sua parcela de contribuição, já que terá de ampliar estradas e rodovias para preparar o País para a Copa do Mundo e a Olímpiada, nos próximos anos.

O analista para o mercado corporativo da consultoria IDC, Reinaldo Roveri, afirma que uma das palavras de ordem para o próximo ano será “otimizar”. Ou seja, as companhias continuarão correndo em busca de tecnologias para reduzir custos de suas operações. Parte dessa lição de casa foi feita em 2009 quando a crise apertou, mas ainda sobraram gorduras por causa da complexidade da infraestrutura e também porque as empresas não tinham ferramentas para saber o que poderia ser eliminado.

As previsões para 2009 são de que haverá uma preocupação das organizações com projetos de governança com a meta de entender melhor o ambiente de TI. Elas vão precisar de mais ferramentas de gestão de riscos que mostrem onde precisam aprimorar a segurança e os controles. Veja a seguir as áreas que vão consumir investimentos em 2010:

1- Business Analitycs (BA)
Nos últimos anos as empresas investiram em sistemas de gestão (do inglês, Enterprise Resource Planning, ou ERP), e de relacionamento com clientes (do inglês, Customer Relationship Management, ou CRM) e Business Intelligence (BI) e outras aplicações de negócios que geram montanhas de dados e a complexidade dos sistemas dificulta a busca de informações rapidamente para a tomada de decisão. O uso do BI nem sempre é efetivo. "Muitos usam BI somente para visualizar métricas e desempenho dos negócios", diz Roveri.

O analista da IDC constata que o ambiente das empresas está mais dinâmico e exigindo informações
online. Com essa necessidade, elas terão de buscar ferramentas de análise de dados (Business Analitycs, ou BA) para dar inteligência ao negócio e que funcionem integradas a outros sistemas. Para ser efetiva, Roveri diz que essa tecnologia tem que analisar não apenas o passado e o presente, mas ser capaz de projetar o futuro.

2- Redes Sociais
Uma outra tendência para 2010 é o uso das redes sociais no ambiente corporativo para trazer para as áreas de negócios informações dos clientes e da concorrência, que muitas vezes ficam na cabeça dos funcionários e não são compartilhadas. Assim os vendedores que estão na rua podem postar no Twitter novidades descobrirem. O BA se encarregará de fazer análises inteligentes e competitivas das informações atualizadas constantemente pelas ferramentas de colaboração.

Roveri diz que as empresas podem usar Orkut, Facebook, Twitter e CW Connect outros serviços para levantar informações importantes para o negócio. Mas para que os funcionários sejam estimulados a usar essas ferramentas para trabalho será necessário criar cultura. Muitos já utilizam esses serviços para atualizar perfil pessoal.

3 e 4- Virtualização e cloud computing
Em 2010, os temas virtualização, cloud computing e TI verde continuarão na agenda dos executivos e vão exigir novos investimentos em infraestrutura. As empresas deverão ir às compras em busca de equipamentos mais modernos para fazer integração de sistemas.

“Não veremos tanta troca de hardware como no passado porque agora as compras são mais conscientes”, diz Roveri. A infraestrutura será atualizada com equipamentos que consomem menos energia e estão preparados para virtualização. Com essa exigência, o analista espera uma procura maior pro servidores blade, que são os que ocupam menos espaço.

5- Integração de CRM
Há muitos anos as empresas vêm investindo em soluções de CRM, mas nem todas estão extraindo toda a potencialidade dessas ferramentas. O consultor da A.T.Kearney, Antonio Almeida, observa que muitas companhias implantaram essas tecnologias somente internamente, sem integração com outras áreas.

Almeida prevê que em 2010 haverá mais investimentos das empresas em CRM tanto para integração interna quanto para uso externo pelos vendedores. Eles vão acessar a aplicação por dispositivos móveis. Entretanto, o modelo de compra dessa aplicação será como serviço.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O orkut vai reconquistar pessoas?



O Google anunciou hoje o novo layout do orkut e os usuários vão trocar aos poucos. Será uma forma de reconquistar quem abandonou a rede social?

Muita gente já trocou o orkut por outras redes sociais, principalmente o Facebook, ou simplesmente desistiu de ter perfil em qualquer uma delas. Ainda assim, o orkut continua soberano absoluto no país. As estatísticas impressionam: 75% dos brasileiros que navegam na internet passam por ele e ele é o site mais acessado do país. O Google anunciou que o orkut tem 80 milhões de perfis, o que dá margem para pensarmos em pelo menos uns 50 milhões de brasileiros.
Naveguei um pouco pelo orkut com o novo layout hoje à tarde. Ele parece mais bonito. E, pelo menos pra mim, está a cara do Facebook. Até a sugestão de pessoas que eu conheço está lá. O site também parece mais rápido.

A estratégia de distribuir convites parece boa. Com isso, acho que mais gente deve ficar curiosa para receber convites e entrar no site, assim como tem ocorrido com o Google Wave. Mas será que isso é suficiente para atrair pessoas que saíram e, muito mais que isso, conquistar novos usuários no Brasil e, principalmente, no mundo? É algo que veremos nos próximos meses.

INFO Online

terça-feira, 25 de agosto de 2009

C@ra de um, e-focinho do outro

Se as redes sociais e os serviços de internet fossem alunos de uma universidade, como eles seriam?
A resposta está na ilustração abaixo resgatada pelo blog Mashable. A arte chamada "Internet University Cast " foi publicada em abril pelo cartunista que se identifica como ‘elontirien’ na rede social de arte e design DeviantArt, que também virou personagem.

Enquanto o Google é representado como um personagem maduro, o microblog Twitter aparece como o adolescente da turma. Já o YouTube parece ser o mais rebelde.

fonte: Ideia 2.0

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Hatebook: Orkut ao contrário



Exibido em: 29/10/07

No Hatebook, a idéia é ser politicamente incorreto.


Fale mal, espalhe fofocas, crie listas negras. Nesse site, a tecnologia está toda voltada para fins nada nobres. No fundo, trata-se de uma divertida – e às vezes até incoveniente – ferramenta de relacionamento.

Link:
Hatebook

terça-feira, 7 de abril de 2009

Redes sociais: corporações esbarram em questões técnicas e comportamentais

Entre os problemas enfrentados pelos executivos de TI em relação à adoção dos projetos estão questões de métricas de produtividade, políticas e controles, papéis e responsabilidades, modelos de participação dos empregados e cultura dos usuários

ComputerWorld/China
Publicada em 06 de abril de 2009 às 14h29


Mesmo que já apontadas como uma tendência da qual as empresas não podem fugir, as redes sociais ainda estão longe de ser uma realidade em grande parte das companhias do mundo. De acordo com levantamento realizado pelo Burton Group - consultoria norte-americana de negócios e TI -, os CIOs e outros responsáveis pela implementação dessas iniciativas de colaboração ainda enfrentam dificuldades técnicas e comportamentais na busca pelo sucesso desses projetos.

Segundo a pesquisa, até mesmo companhias que têm negócios voltados à inovação continuam tendo um notável nível de incerteza em relação ao uso das redes sociais. O estudo ainda aponta que as questões gerenciais são os maiores desafios das organizações que pretendem fazer uso das iniciativas.

Entre os problemas enfrentados pelos executivos de TI estão questões de métricas de produtividade, políticas e controles, papéis e responsabilidades, modelos de participação dos empregados e dinâmicas culturais.

Ainda de acordo com o Burton Group, o núcleo do problema também está na falta de conexão entre rede social e a cultura corporativa tradicional. As iniciativas de colaboração precisam ser vistas menos como uma questão tecnológica e mais como uma ferramenta de negócios. Para isso, é necessária uma mudança de comportamento, afirmam os especialistas.

Pelo diagnóstico da consultoria a adoção das redes sociais nos negócios será lenta. Muitas companhias não implementarão projetos relacionados ao tema até que consigam enxergar claramente os benefícios alcançados por outras empresas.


Robert Clark, editor da Computerworld, da China

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Redes sociais podem tornar funcionários até 9% mais produtivos, diz estudo

Por PC Advisor/Reino Unido
Publicada em 02 de abril de 2009 às 15h06
Atualizada em 03 de abril de 2009 às 09h24

Londres - Universidade de Melbourne indica que aqueles que navegam em sites como Facebook, Twitter e Orkut são mais produtivos no escritório.O uso de redes sociais e serviços online, como Twitter, Facebook e Orkut, no trabalho podem fazer de você um funcionário mais produtivo, afirma estudo divulgado pela Universidade de Melbourne nesta quinta-feira (02/04).

Segundo o estudo, 70% dos funcionários usam a internet no escritório para fins pessoais. Este grupo se mostrou 9% mais produtivo e criativo em comparação àqueles que não usavam a internet para fins de diversão.

"A navegação corporativa para fins pessoais pode melhorar a concentração dos funcionários", afirmou Brent Coker, do departamento de marketing da universidade. "As pessoas precisam relaxar um pouco para terem de volta sua concentração".

A navegação para fins pessoais inclui atividades como procurar informações online, ler sites de notícias, jogar games, se atualizar sobre seus amigos ou ver vídeo no YouTube.

"Intervalos curtos para navegar na internet permitem que a mente descanse, levando a uma concentração maior durante as horas de trabalho, o que aumenta a produtividade", detalha.

"Empresas gastam milhões em softwares para bloquear vídeos, redes sociais ou sites de e-commerce para seus funcionários partindo da premissa que tais atividades lhes custam milhões de dólares em produtividade. Este não é o caso", continua.

Cooker afirmou que as particularidades do estudo dizem respeito a funcionários que navegam, no máximo, um quinto de seus horários.

"Aqueles que tenham tendências ao vício de internet terão níveis de produtividade menos daqueles que não têm", afirmou.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Extraindo valor nas redes sociais

Brasileiros investem 34% do tempo em blogs ou redes sociais. Veja opiniões sobre as oportunidades nestes ambientes.

Assunto do momento, as redes sociais estão atraindo cada vez mais a atenção, diante da audiência crescente de comunidades e fenômenos de conectividade como o Twitter (rede social que mais cresce nos Estados Unidos e que no último ano saltou de 600 mil para 6 milhões de usuários).

No País, o TGI/Ibope já apontou que hoje os brasileiros investem 34% do tempo em blogs ou redes sociais. Entre outros aspectos, a discussão envolve como as marcas podem se relacionar com o público de comunidades, blogs de uma forma não intrusiva e trazer resultados positivos a partir da criação de estratégias baseadas nas novas mídias.

O tema foi um dos mais abordados no Web Expo Fórum 2009, realizado em São Paulo Paulo Cesar Queiroz, vice-presidente executivo da DM9DDB, destacou que as marcas podem extrair valor das redes sociais, mas não através de um formato tradicional de publicidade.

Para o executivo, existem três formas:
• uma delas é monitorar o que se fala sobre as marcas nesses ambientes (que tem um efeito multiplicador);
• a segunda é estabelecer um relacionamento interativo, mas ele observa que a empresa tem de estar preparada para dar uma resposta que reverta uma situação negativa, por exemplo, sempre com clareza e transparência num tom institucional;
• por último, funcionar como prestador de serviço, criando ferramentas tecnológicas com informações sobre previsão de tempo, por exemplo, entre outros gadgets.

Sobre a publicidade em redes sociais, Queiroz afirma que é contra. “Eu sou contra, porque esses ambientes não são espaços comerciais e a publicidade pode ser tornar invasiva. Acho que as marcas podem prestar serviço, assinar algumas comunidades. Existem outras formas de monetizar as redes, é possível até tratar uma rede social como um evento, convidando as pessoas a se divertirem e ter uma experiência efetiva com a marca”, afirmou Queiroz.

Marco Gomes, sócio da Boo-box, empresa que faz gestão de publicidade em mídia online, discorda da visão do publicitário. Para Gomes, dependendo do formato adotado, o anúncio não é invasivo. “Desenvolvemos formatos em que a publicidade aparece no meio do texto e o usuário só clica se quiser”, explicou ele. A boo-box lançou na última semana um sistema de publicidade para mídias sociais, com o objetivo de auxiliar as marcas a utilizarem espaço publicitário na web.

Como medir

Marcelo Coutinho, diretor de análise de mercado do Ibope, falou durante o Web Expo Fórum sobre como medir as ações nas redes sociais e das metodologias desenvolvidas pelo Ibope. Para ele, no ambiente da web 2.0 o essencial para uma marca é sua relevância, prestígio e capacidade de liderar e influir na opinião dos outros. “Estamos desenvolvendo no Ibope métricas e metodologias de pesquisa, entre elas uma metodologia de análise de conteúdo e identificação de formadores de opinião em redes sociais”, contou Coutinho.

O executivo destacou que o uso da internet no processo de compra de imóveis, como fonte de informação, superou até os classificados dos jornais. A pesquisa “Tendências Imobiliárias” realizada pelo Ibope em São Paulo com mais de 2 mil pessoas das classes A, B e C, interessadas em comprar imóveis, mostrou que 49% delas citaram a internet como fonte de informação na busca por imóveis, 44% os classificados de jornais e 27% as imobiliárias e corretores.


Por Kelly Dores
Fonte: PropMark (www.propmark.com.br)
01/04/2009