sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Como gerenciar quando você não tem controle?


Malone afirma que precisamos de um novo modelo, passando do comandar e controlar para o coordenar e cultivar. “Não importa o quanto conversemos sobre os novos tipos de gerenciamento, a maioria ainda tem em mente um antigo modelo gerencial: o do comando e controle”.




O professor define que coordenar é organizar o trabalho de modo de aconteçam boas coisas, quer você esteja ou não no controle. “Alguns tipos de coordenação são centralizados, outros descentralizados”. Malone explicou que coordenar enfoca as atividades que precisam ser feitas e as realizações entre elas. Cultivar, em contraste, enfoca as pessoas que fazem as atividades: o que elas querem, no que se destacam, e como podem se ajudar mutuamente.

Para Malone, cultivar é trazer à tona o melhor em nossos funcionários usando a combinação certa de controlar e ceder. “Às vezes você precisa dar comandos de cima para baixo para as pessoas, mas às vezes só precisa ajudá-las a encontrar e desenvolver suas próprias forças naturais”. O bom cultivo envolve encontrar o equilíbrio certo entre controle centralizado e descentralizado.

“Coordenar e cultivar não são opostos de comandar e controlar”, ressaltou. São conjuntos que abrangem comandar e controlar, bem como muitas abordagens gerenciais, da completamente centralizada à completamente descentralizada. Ao pensar na administração em termos de coordenar e cultivar, você abre uma nova gama de modelos, livrando-se da antiga mentalidade centralizada. E é isto o que é preciso para um gerente ser eficaz hoje em dia: a capacidade de se mover com flexibilidade no continuum da descentralização de acordo com a situação.

Malone explicou que quando o gerente acha que seu papel é controlar uma organização, limita suas opções: pode estabelecer metas claras ou ambíguas, pode delegar muito ou pouco, pode motivar por recompensa ou por punição, pode monitorar o comportamento ou os resultados. “Entender essas opções e como escolher entre elas tem sido essencial para o sucesso nas organizações hierárquicas que dominaram a maior parte da história da humanidade”. Mas se o gerente acha que o seu papel é coordenar em vez de apenas controlar, de repente tem um conjunto bem mais rico de opções. “Muitas delas são muito mais adequadas às organizações cada vez mais descentralizadas de hoje”, afirma Malone.

Para o professor, em termos gerais, coordenar significa apenas organizar o trabalho, ou seja, montar as atividades de modo que resultados desejáveis possam ocorrer. Mais especificamente, coordenar envolve estabelecer três condições fundamentais – capacidade, incentivos e conexões – que permitem que um grupo de pessoas produza bons resultados.

Paradoxo de padrões

“Os padrões rígidos nas partes certas de um sistema podem permitir muito mais flexibilidade e descentralização em outras partes do mesmo sistema”. Na maioria dos mercados reais, compradores e vendedores interagem uns com os outros de maneira livre e flexível porque obedecem a um conjunto de padrões. Eles especificam preços em moedas padronizadas.

“Quando as pessoas tomam as suas próprias decisões, torna-se fundamental estabelecer padrões coerentes”. Na internet, por exemplo, padrões técnicos rígidos, permitem uma tremenda flexibilidade em todo o sistema. Os “gerentes” da internet agem como facilitadores ao definir os protocolos. Depois, qualquer um que esteja usando a internet pode interagir facilmente com qualquer um para atingir seus próprios objetivos.

“A mesma coisa se aplica nas empresas”, explica Malone. Quando você tem padrões claros para avaliar os resultados das pessoas, não precisa gastar muito tempo revisando e analisando as decisões delas. A maior parte desses padrões não é documentada em manuais de procedimento; faz parte da cultura não escrita da organização.

O professor defende que os gerentes ainda desempenham um papel importante para manter a cultura organizacional que incorpora os padrões. “No futuro, uma das principais responsabilidades de todos os gerentes seniores pode vir a ser definir as regras do jogo, ou seja, os padrões com as quais o resto da organização trabalha”, conclui.


HSM Online
27/08/2009

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O Youtube, agora, também é 3D!



Veja como assisir


Ainda não foi tão falado por aí, mas o Youtube também está hospedando vídeos em 3D. O mais legal é que qualquer pessoa pode visualizar os filmes no próprio computador! Quer saber como? Então confira a matéria na íntegra!

Alguns vídeos em 3D (o embed desses arquivos não está disponível):

http://www.youtube.com/watch?v=0GcLW0g_c1s
http://www.youtube.com/watch?v=5ANcspdYh_U
http://www.youtube.com/watch?v=6RFuRY7azgA
http://www.youtube.com/watch?v=WaJIckw-JdY&NR=1

Para fazer os seus óculos 3D:

A ilusão de ótica 3D é formada por imagens que têm dois componentes, um azul e outro vermelho. Assim, quando você coloca um óculos em que cada lente tem uma dessas cores, cada olho só consegue ver um dos componentes da imagem. A lente vermelha neutraliza esta cor da imagem em um dos olhos, assim como a lente azul no outro lado. É a diferença de perspectiva entre as duas imagens que cria a ilusão de profundidade.

Você vai precisar de:

- tesoura
- cola
- uma impressora e papel sulfite
- um pedaço de cartolina
- acetatos vermelho e azul

1- Imprima o molde abaixo numa folha sulfite (clique com o botão direito e, em seguida, Salvar Como. Apesar da imagem estar cortada aqui embaixo, ela vai aparecer por completo quando salvá-la em seu computador)

terça-feira, 25 de agosto de 2009

C@ra de um, e-focinho do outro

Se as redes sociais e os serviços de internet fossem alunos de uma universidade, como eles seriam?
A resposta está na ilustração abaixo resgatada pelo blog Mashable. A arte chamada "Internet University Cast " foi publicada em abril pelo cartunista que se identifica como ‘elontirien’ na rede social de arte e design DeviantArt, que também virou personagem.

Enquanto o Google é representado como um personagem maduro, o microblog Twitter aparece como o adolescente da turma. Já o YouTube parece ser o mais rebelde.

fonte: Ideia 2.0

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Recuperando senhas wireless gravadas no Windows

Bom, essa dica é boa para quem precisa descobrir aquela senha wireless que ficou gravada no windows.. Geralmente, quando o suporte técnico da sua faculdade cadastra a senha wireless eles não te falam a senha só colocam e deixam salva para você.


Mas se por algum motivo você precisar descobrir utilize o programa abaixo ele mostra todas as senhas wireless salvas no seu PC.


Download WirelessKeyView

Até!

Fonte: torradeira.net

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Valor da tecnologia para os negócios é ignorado, diz consultoria

Segundo vice-presidente do Gartner, os gestores de TI não são capazes de definir métricas adequadas e comunicar os benefícios alcançados.

Por Rodrigo Caetano, da COMPUTERWORLD
11 de agosto de 2009 - 14h01


As métricas utilizadas pelos gestores de tecnologia da informação (TI) não refletem o valor que a TI gera para os negócios. A afirmação é da vice-presidente de pesquisas para América Latina da consultoria Gartner, Ione Coco. Segundo a executiva, o problema é antigo e deve continuar a preocupar as empresas por algum tempo.

Ione afirma que ligar as estratégias da área de tecnologia com os negócios da companhia, segundo pesquisa feita pela consultoria, está entre as principais prioridades dos Chief Information Officers (CIOs) há muitos anos. O estudo ainda revela que o cenário não deve mudar, pelo menos, até 2012.

Em grande parte, a situação é motivada pela dificuldade das áreas de TI em definir métricas adequadas e, posteriormente, em comunicar os resultados obtidos usando uma linguagem de negócios. Para a vice-presidente, as empresas devem estimular a comunicação entre os técnicos e os profissionais de negócios, para que todos conheçam exatamente os objetivos estratégicos. "O gestor de tecnologia deve sempre procurar perguntar aos líderes de negócios quais são as demandas dos clientes", afirma Ione.

Em geral, os executivos de negócios têm dificuldade para entender o valor da TI por conta da demora em obter os resultados. "Os custos sempre vêm primeiro que os benefícios", diz. Por esse motivo, se a área de tecnologia não souber comunicar corretamente o que foi agregado à companhia, terá dificuldade para justificar novos investimentos.

Processo que começa com o conhecimento das características da empresa. Por essa razão, a consultora defende que a TI deve entender o que se espera dela e isso varia muito, dependendo do ramo de atuação e dos objetivos da empresa. Para Ione, existem companhias em que a tecnologia tem o objetivo de melhorar a eficiência operacional, como no setor de autopeças, por exemplo. Em outros segmentos, a TI desempenha um papel mais estratégico, de transformação dos negócios, que é o caso dos bancos.

A partir dessa definição, o gestor precisa conhecer as demandas das áreas de negócios. É neste momento que entra a comunicação entre a área de tecnologia e os demais departamentos da empresa. Dessa forma, a TI será capaz de identificar as métricas corretas. "Custo não é valor. Há uma grande distância entre implementar um sistema e ter retorno com ele", diz Ione.

Fazendo uma analogia com um situação do cotidiano, a executiva compara o processo com a compra de um aparelho de ginástica. "Como eu vou medir meu progresso? Existem várias métricas importantes, mas, no final das contas, o real valor é quando eu me olho no espelho e sinto a diferença", explica.

Em relação à comunicação dos benefícios alcançados, é fundamental abolir completamente a linguagem técnica. Ione sugere que as empresas ofereçam incentivos, como premiações, para funcionários da área de tecnologia que consigam fazer uma apresentação, por exemplo, sem usar nenhum termo técnico. "É preciso que todos incorporem a linguagem de negócios", afirma a vice-presidente

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Como usar o Twitter para resolver um problema com uma empresa

Tem um post muito bacana publicado no The Consumerist chamado "How To Use Twitter To Get A Company To Solve Your Problem". O autor do post sugere alguns simples passos para transformar o twitter numa arma poderosa, para resolver uma eventual novela de reclamações que você esteja vivendo com alguma empresa. E conta um caso muito interessante em relação a HP.










Diz que um cliente da HP cansou de tentar resolver o problema pelos canais tradicionais de atendimento da empresa. A alternativa foi criar um perfil com o nome " hpdoesntcare" no Twitter e seguir todas as contas ligadas à empresa no mesmo Twitter. A partir daí, começou a enviar mensagens para estas contas documentando as ligações que fazia para a HP. Agiu dessa forma até alguém da empresa dar ouvidos à reclamação e resolver o caso.Interessante, não? E simples!A questão do consumidor insatisfeito é algo que vem mudando radicalmente no mundo das mídias sociais e da web.








Lembro bem, há uma década atrás, quando vivíamos em plena dependência das estatais das telecomunicações. Vários sites na internet bombavam com consumidores insatisfeitos, sendo que um deles virou capa de jornal por diversas vezes, chamava-se EU ODEIO A TELERJ. A estatal carioca de telecomunicações vivia sendo bombardeada pelos seus clientes que não conseguiam ser atendidos em seus pleitos, desde a compra de novas linhas (que na época custavam a bagatela de 5 mil reais por linha na zona sul do Rio de Janeiro) até o simples conserto de uma linha telefônica defeituosa.O mundo de hoje é diferente, a internet é o maior trombone global que existe.Está insatisfeito? Bota a boca no trombone virtual, ou seja, coloca sua reclamação na web. Existem sites e ambientes na internet para isso, as empresas começam a enxergar que a grande rede pode ser uma grande aliada no entendimento das demandas e dos anseios dos consumidores. As empresas que entenderem isso mais rapidamente, com certeza, serão ganhadoras.









Um bom exemplo é o site RECLAME AQUI.

Lançado há cinco anos, o Reclame Aqui já é reconhecido como um canal relevante na defesa do consumidor no Brasil. É independente, sério e transparente. Ou seja, é uma arena para o consumidor insatisfeito. As empresas encontram informação valiosa para entender a cabeça e percepção do consumidor a respeito de suas marcas e produtos.

Por fim, se você deseja saber mais detalhes do caso do cliente insatisfeito com a HP, clique AQUI para acessar uma boa matéria publicada no caderno Digital do O GLOBO.


Fonte: A Quinta Onda

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Crackers invadem site da Record e deixam mensagem pró-Globo

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 15 de agosto de 2009 às 18h04
Atualizada em 17 de agosto de 2009 às 21h13

Grupo identificado como Skynet deixa mensagem com ofensas a bispos da Igreja Universal e a favor da emissora da família Marinho.


Um grupo de crackers que se identificou como Skynet invadiu neste sábado (15/8) o site da rede de TV Record.

"REDE GLOBO NÃO SÓ FALA, TAMBÉM FAZ! NÃO OMITE A VERDADE", começa da mensagem deixada pelo grupo. A texto fazia várias ofensas aos bispos da Igreja Universal, que é dona da Record, chamando-os de "ladrões".

Globo e Record estão travando uma guerra pela audiência e trocando acusações pelos seus telejornais. O Ministério Público de São Paulo acusa integrantes da Igreja Universal e Edir Macedo de usar dinheiro de doação de fiéias para fazer negócios.


Clique na imagem abaixo para ampliar