Mostrando postagens com marcador HP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador HP. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Impressão móvel é a grande novidade dos produtos da HP

Ataide de Almeida Jr.

Enviado Especial

Publicação: 20/10/2010 11:38 Atualização: 20/10/2010 12:14

A HP, empresa fabricante de impressoras, lançou nesta quarta-feira (20/10) uma nova linha de produtos que contam com o recurso ePrint. Essa tecnologia permite que as impressões sejam feitas de qualquer lugar, a qualquer hora, basta para isso enviar o arquivo a ser impresso para um e-mail pré-configurado na impressora.


"O ePrint traz a liberdade para a impressão e está disponível para todos os mercados", disse Fernando Lewis, vice- presidente do grupo de imagem e impressão da HP Brasil. Com o ePrint, o usuário poderá enviar conteúdos do celular ou de algum tablet direto para a impressora, que pode estar em casa, no trabalho ou em lojas que oferecem o serviço de impressão para os consumidores.

Entre os 10 modelos que contam com a tecnologia, o destaque é a Envy 100 eAiO. Com design mais compacto, aimpressora dispõe de uma tela sensível ao toque e recursos como cópias e digitalizações. Além disso, é a primeira imoressora sem PVC do planeta. O aparelho sai por R$ 999.

Uma opção mais barata é a Photosmart eAiO, que além de imprimir fotos com qualidade, é perfeita para documentos do dia a dia. A tecnologia ePrint e conexão sem fio integrados facilitam o compartilhamento da multifuncional com vários computadores. A impressora deve sair por R$ 399.

Segurança
Para aumentar a privacidade e a segurança dos usuários, o endereço de e-mail da impressora é fornecido quando o usuário habilita o serviço durante a configuração inicial e regisrro do produto. Para prevenir a impressão de um e-mail não aurorizado, a HP cria o endereço aleatoriamente e não publica esse e-mail. Há ainda um sistema de proteção antispam.

O modo de proteção da impressora quando ativado permite criar uma lista de e-mail autorizados e limitar o acesso à impressora somente a familiares, amigos e colegas de trabalho ou para as pessoas que receberem permissão para acesso.

O jornalista viajou a convite da HP

quinta-feira, 22 de julho de 2010

HP define estratégia para concorrer com Cisco no mercado de redes

Terça-feira, 20 de julho de 2010, 14h39

Depois da compra da 3Com, por US$ 2,7 bilhões em novembro do ano passado, a estratégia da HP para enfrentar a Cisco no mercado de redes será simples: não bater de frente. De acordo com a nova equipe de rede da fabricante norte-americana, todos incorporados depois da conclusão da aquisição, o plano será oferecer os produtos sob uma abordagem diferente, e não colocá-los para concorrer diretamente.

A meta da empresa é conquistar participação de mercado por meio de uma oferta completa de infraestrutura e não envolve simplesmente a concorrência direta com a Cisco na venda de networking.

Segundo Denoel Eller, diretor da divisão Enterprise,Servidores,Storage e agora Networking (ESSN) da HP Brasil, será oferecida solução completa de servidores blade, soluções de armazenamento e rede, estratégia que permite à HP reduzir as margens dos produtos e praticar preços menores do que a concorrência. Eller explica que a aquisição da 3Com trouxe tecnologias que gastam menos energia, ocupam menos espaço e têm fabricação mais barata, o que proporcionará uma estratégia agressiva para superar a Cisco no mercado.

O primeiro passo dessa disputa é acabar com as marcas 3Com, H3C (menos na China, devido à grande participação no mercado local) e da TippingPoint, responsável pelos produtos de segurança. As três serão incorporadas à nova operação HP Networking, que venderá os produtos da H3C sob o nome de Série A, para grandes empresas, os da 3Com como as Séries E e V, para pequenas e médias, e os da Tipping Point como Linha S.

Entretanto, o executivo reconhece que neste primeiro momento “será difícil enfrentar a Cisco, e por isso o objetivo inicial é ser uma alternativa”. Depois disso, Eller adianta que a HP será tão agressiva "quanto for necessário".

Mercado emergente

A compra da 3Com também marca a entrada da HP no mercado de redes do Brasil, já que a linha de produtos para o segmento, chamada de ProCurve – que foi extinta com a aquisição -, não era vendida no país. O country manager do Brasil da HP Networking, Adriano Gaudêncio, antigo diretor geral da 3Com Brasil, conta que o país e a América Latina foram determinantes para o negócio, principalmente por causa do grande potencial das regiões.

De acordo com o vice-presidente de vendas para América Latina da HP Networking, Robert Ruiz, um estudo encomendado pela fabricante de equipamentos de rede à IDC em 2006 mostrou que 83% de todos os gastos do setor na AL eram feitos por 10% dos clientes. O problema, segundo ele, é que esses 10% eram algumas multinacionais de grande porte, que precisavam de fornecedores globais, e a 3Com não tinha condições de atendê-los fora de uma esfera local.

Agora, segundo Ruiz, fazendo parte de uma empresa do tamanho e com a força financeira da HP, esses clientes poderão ser atendidos e o primeiro lugar no mercado de redes passa a ser mais tangível.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Cisco descredencia HP como parceira e revenda certificada

Decisão de não renovação da parceria foi comunicada nesta quinta-feira (18/2) em transmissão via web; contratos atuais serão mantidos até o fim da vigência.

Por Computerworld/EUA
18 de fevereiro de 2010 - 20h01

A Cisco Systems anunciou nesta quinta-feira (18/2) que não vai renovar o contrato de integração de sistemas com a Hewlett-Packard, o que significa que a HP não será mais uma revenda certificada ou parceira de serviço Cisco depois de 30 de abril.

O vice-presidente sênior da Organização Mundial de Parceiros da Cisco, Keith Goodwin, disse em um webcast que as mudanças no cenário de TI, a evolução do papel das redes e a competição de sua empresa com o fornecedor de sistemas faz com que a Cisco não possa mais partilhar os benefícios de uma parceria com a HP.

"Estamos tomando essa medida para ser transparentes tanto para os parceiros como para os consumidores. Nós competiremos com a HP em negócios futuros", disse Goodwin.

A HP também anunciou hoje que expandiu um contrato de revenda de switch de armazenamento com a QLogic, um setor tipicamente preenchido pela Cisco.

A Cisco começou a competir recentemente com fornecedores de sistema como a HP ao lançar seus próprios servidores blade.

Desalinhada
Na transmissão, Goodwin criticou a HP, dizendo que a empresa não se "alinha" mais com sua "visão centrada na rede". Oitenta por cento dos negócios da Cisco são realizados por meio de canais de revendas; destes, 12 mil são parceiros certificados, o que significa que seus produtos foram testados previamente para funcionar com os equipamentos da Cisco.

Por causa das relações de competição com a HP, Goodwin disse que a Cisco não se sente mais confortável em compartilhar informações proprietárias, como mapas de evolução de produtos e iniciativas de revendas com a HP.

A Cisco vai continuar a honrar os contratos de serviço fechados com a HP até que expirem, e Goodwin disse que a empresa vai continuar a trabalhar com a HP onde os clientes "esperam e onde fizer sentido para nossos negócios".

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

HP vai comprar 3Com por US3,1 bi em desafio à Cisco

Por Ritsuko Ando e Gabriel Madway

NOVA YORK/ SAN FRANCISCO, 12 de novembro (Reuters) - A Hewlett-Packard vai ingressar no mercado de equipamentos para redes por meio de um acordo de 3,1 bilhões de dólares para adquirir a 3Com, em um grande desafio à Cisco Systems.

O acordo é o mais recente sinal de que os gigantes da tecnologia, da IBM à Oracle, estão cada vez mais interferindo nos mercados uns dos outros, em esforço para se tornarem fornecedores universais de serviços de computação, redes e armazenagem de dados. A Cisco mesma ingressou este ano no mercado de servidores, no qual a HP é um dos grandes protagonistas.

A HP, que também divulgou resultados preliminares superiores aos esperados, no final da quarta-feira, anunciou que pagará 7,90 dólares por ação da 3Com, um ágio de 39 por cento sobre o preço de fechamento. O acordo avalia a 3Com em 2,7 bilhões de dólares, excluído caixa líquido.

"A Cisco e a HP concorrerão mais e mais", disse Jayson Noland, analista na Robert W. Baird & Co. "Estamos caminhando a um mundo no qual cada uma dessas grandes companhias poderá fornecer tudo de que você precisa."

Ao adquirir a 3Com, a HP vai concorrer com a Cisco em uma ampla gama de equipamentos para redes, entre os quais roteadores e comutadores. A 3Com também tem forte presença na China e pode ajudar a HP a expandir suas vendas em um dos mercados de mais rápido crescimento no mundo.

A HP já é uma força dominante nos computadores pessoais, serviços de tecnologia da informação, servidores e impressoras, com fontes de receita recorrente que a ajudaram durante a crise econômica.

A 3Com, de sua parte, vem batalhando para ingressar no mercado de grandes empresas fora da China, com a marca H3C, e se esforça por concorrer com gigantes como a Cisco.

"Queríamos criar uma potência no setor de redes", disse Marius Haas, vice-presidente sênior da divisão ProCurve, que administra os serviços de redes da HP, acrescentando que a compra da 3Com coloca o grupo em boa posição para concorrer com a Cisco.

Fonte: O Globo
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/11/12/hp-vai-comprar-3com-por-us3-1-bi-em-desafio-cisco-914717086.asp

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Dell, HP e Symantec têm 100 vagas em TI

James Della Valle, de INFO Online
Sexta-feira, 30 de outubro de 2009 - 14h34

SÃO PAULO – As empresas Dell, HP e Unisys e Symantec estão oferecendo 100 vagas para profissionais de diversas áreas com foco em tecnologia da informação.


Os cargos vão desde representante de help desk a gerente de TI. As empresas aceitam candidatos de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Espírito Santo, Belo Horizonte e Campos Grande.

Segundo a Monster Brasil, a HP, por exemplo, oferece vagas para arquiteto de sistemas de informação no Rio de Janeiro e para especialista TIBOC no Espírito Santo. Já a Symantec há vaga para Diretor Engenheiro de Campo em São Paulo.


Na Unisys há vagas para analista de suporte e coordenador de help desk, enquanto que a Dell oferece uma posição para arquiteto de soluções.


Os interessados podem candidatar-se gratuitamente às vagas no portal http://www.monsterbrasil.com/

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Como usar o Twitter para resolver um problema com uma empresa

Tem um post muito bacana publicado no The Consumerist chamado "How To Use Twitter To Get A Company To Solve Your Problem". O autor do post sugere alguns simples passos para transformar o twitter numa arma poderosa, para resolver uma eventual novela de reclamações que você esteja vivendo com alguma empresa. E conta um caso muito interessante em relação a HP.










Diz que um cliente da HP cansou de tentar resolver o problema pelos canais tradicionais de atendimento da empresa. A alternativa foi criar um perfil com o nome " hpdoesntcare" no Twitter e seguir todas as contas ligadas à empresa no mesmo Twitter. A partir daí, começou a enviar mensagens para estas contas documentando as ligações que fazia para a HP. Agiu dessa forma até alguém da empresa dar ouvidos à reclamação e resolver o caso.Interessante, não? E simples!A questão do consumidor insatisfeito é algo que vem mudando radicalmente no mundo das mídias sociais e da web.








Lembro bem, há uma década atrás, quando vivíamos em plena dependência das estatais das telecomunicações. Vários sites na internet bombavam com consumidores insatisfeitos, sendo que um deles virou capa de jornal por diversas vezes, chamava-se EU ODEIO A TELERJ. A estatal carioca de telecomunicações vivia sendo bombardeada pelos seus clientes que não conseguiam ser atendidos em seus pleitos, desde a compra de novas linhas (que na época custavam a bagatela de 5 mil reais por linha na zona sul do Rio de Janeiro) até o simples conserto de uma linha telefônica defeituosa.O mundo de hoje é diferente, a internet é o maior trombone global que existe.Está insatisfeito? Bota a boca no trombone virtual, ou seja, coloca sua reclamação na web. Existem sites e ambientes na internet para isso, as empresas começam a enxergar que a grande rede pode ser uma grande aliada no entendimento das demandas e dos anseios dos consumidores. As empresas que entenderem isso mais rapidamente, com certeza, serão ganhadoras.









Um bom exemplo é o site RECLAME AQUI.

Lançado há cinco anos, o Reclame Aqui já é reconhecido como um canal relevante na defesa do consumidor no Brasil. É independente, sério e transparente. Ou seja, é uma arena para o consumidor insatisfeito. As empresas encontram informação valiosa para entender a cabeça e percepção do consumidor a respeito de suas marcas e produtos.

Por fim, se você deseja saber mais detalhes do caso do cliente insatisfeito com a HP, clique AQUI para acessar uma boa matéria publicada no caderno Digital do O GLOBO.


Fonte: A Quinta Onda

segunda-feira, 16 de março de 2009

Cisco declara guerra à HP

Por Camila Fusco 16/03/2009 - 12:11

Ok, o título pode parecer exagerado, mas em termos de competição é exatamente o que a Cisco promete fazer. A companhia lança hoje uma linha própria de servidores, desenvolvida em segredo ao longo dos últimos dois anos e com alvos bem claros: as máquinas da HP.

Em entrevista ao Wall Street Journal, a diretora técnica da Cisco, Padmasree Warrior deu o tom de como será essa briga. "Vamos competir com a HP. Não quero mascarar isso. Existem fronteiras a mudar em relação a quem você concorre e com quem você firma parcerias", disse.

As duas companhias já foram parceiras muito próximas de negócios para o segmento corporativo, mas com o passar do tempo cada uma optou por seguir carreira solo no desenvolvimento de novos sistemas. Até que se tornaram rivais declaradas. O lançamento dos servidores blade deve apenas apimentar essa convivência. Recentemente, as brigas entre ex-parceiros se tornaram mais acirradas no mercado de tecnologia, como mostra o WSJ. A HP desafiou a supremacia de serviços de TI da IBM ao comprar a EDS no ano passado. A Microsoft mira o Google com suas investidas no Yahoo. A Sun Microsystems está se movendo em direção ao software, para brigar com a gigante Oracle.

A Cisco mudou substancialmente sua estratégia de negócios desde o início da década. A companhia, que nasceu em 1984, cresceu expressivamente durante a época da bolha vendendo roteadores e switches, entre outros equipamentos de rede. Nos últimos anos, esses equipamentos desaceleram na composição da receita, dando lugar a novas áreas como redes wireless e comunicação unificada, na era 3.0, como diz seu CEO, John Chambers.