terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Google poderá lançar tablet para concorrer com o iPad


A mais nova briga do mercado está entre Apple e Google. Antes aliadas (inclusive o CEO Eric Schmidt fazia parte do conselho da Google) a briga parece ficar cada vez mais séria.
Primeiro foi a ambição da Google de lançar um navegador que concorre diretamente com o Safari, depois um sistema operacional, mais tarde um sistema para celulares que hoje é o maior concorrente do “pote de ouro” da Apple o iPhone. Se não bastasse a Google lança o Nexus One, um celular estampando a marca da gigante das buscas.
Foi ai que Steve Jobs começou a declarar que a Google vem “se intrometendo” de mais em mercados que a Apple lidera ou tem grande influência. “Não deixaremos a Google atingir o iPhone” Afirma ele.
Se não bastasse a briga vai ficar ainda mais feia a partir de agora com o possível lançamento de uma tablet com o “G” bem escancarado. Após o recém lançamento do iPad, o mercado de tablets com certeza ganhou muita força e várias empresas começarão a ver este como um gadget de grande valor para as vendas.
O que sabemos até agora é que a tablet da Google deverá rodar o Chrome OS. Acompanhe um vídeo de demonstração da interface fantástica que a Google estaria planejando para ele.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O que 7 gigantes da web estão fazendo para adotar o IPv6

Por Network World/EUA
Publicada em 05 de fevereiro de 2010 às 07h00

Google, Microsoft, Twitter, Facebook, eBay, Yahoo e Wikipedia sofrem cada vez mais pressão para se adequar ao novo protocolo da internet.

Cresce a pressão para que os sites mais populares da internet integrem suas redes ao IPv6, o tão aguardado upgrade do principal protocolo da internet, que atualmente está na versão 4.

E essa pressão foi elevada em mais um grau esta semana, com a notícia de que o Google ativou o suporte ao IPv6 para o site de vídeos YouTube. O Google já oferece acesso IPv6 a seu site de buscas e a muitos outros serviços da web.

Conteúdo pronto para o IPv6 é "uma das coisas que precisamos ter", diz Timothy Winters, um gerente sênior do Laboratório de Interoperabilidade da Universidade de New Hampshire, que testa produtos IPv6. "Com todas essas redes de banda larga sem fio migrando para o IPv6, os provedores de conteúdo não têm escolha a não ser criar conteúdo móvel e oferecê-lo em IPv6".

Winters lembra que o recente anúncio da operadora americana Comcast, de que está efetuando testes com o IPv6, é outro sinal de que é hora de os sites populares oferecer suporte ao IPv6.

"Estamos começando a ver grandes sites adotando o IPv6", conta Winters, que lembra que a empresa de aluguel de vídeos online Netflix fez uma demonstração de uso de IPv6 no ano passado. "É muito fácil ativar o suporte ao IPv6 em um servidor web... O maior problema está no software cliente. É por isso que muitos sites, como o Google e o Netflix, criam instalações IPv6 à parte. Se você tem um endereço IPv6, é para eles que você vai, porque as empresas não querem que o site fique lento."

O eBay, por exemplo, já roda IPv6 em laboratório e planeja estender o novo protocolo a sua rede corporativa interna ainda este ano. Já o site público eBay será atualizado para uma solução 'dual-stack', de combinação de protocolos IPv6 e IPv4, em 2011.

Próxima geração
"O IPv6 é a próxima geração. É o futuro da internet, pelo menos para aquelas pessoas que querem ver a internet continuar a crescer e que querem fazer parte de sua infraestrutura", diz Peter Manzella, diretor sênior de serviços globais de rede do eBay. "É óbvio que estamos nessa."

Manzella diz que até agora a equipe de serviços de rede do eBay não enfrentou problemas nos testes com o IPv6.

"Não esperamos ter dificuldades", diz. "Precisamos é entender o IPv6. Queremos nos certificar de que a transição, quando ocorrer, será transparente... Há algumas questões de segurança que precisamos testar... Precisamos tomar as precauções necessárias para garantir que nossa comunidade terá uma experiência segura no site."

O IPv6 resolve um sério problema que ISPs e outros operadores de rede têm de enfrentar desde já: a escassez de endereços IPv4. As combinações de endereços deverão se esgotar definitivamente em 2012. Em janeiro de 2010, menos de 10% dos endereços possíveis estavam livres para uso.

O IPv4 usa endereços de 32 bits, o que permite cerca de 4,3 bilhões de dispositivos endereçáveis na internet. Já o IPv6, por sua vez, usa endereços de 128 bits, e pode abarcar tantos dispositivos que somente uma expressão matemática - 2 elevado à potência de 128 - pode quantificar seu tamanho.

John Curran, presidente e CEO da American Registry for Internet Numbers (ARIN), conclama os sites web a habilitarem o acesso IPv6 em suas instalações até 1.º de janeiro de 2010. A ARIN distribui intervalos de endereçamento IPv4 e IPv6 a provedores de internet na América do Norte.

Saiba o que sete dos principais domínios da internet estão fazendo em relação ao IPv6.

1. Google
Líder absoluto na adoção do IPv6, o Google ativou o protocolo em seus produtos Search, Alerts, Docs, Finance, Gmail, Health, iGoogle, News, Reader, Picasa, Maps, Wave, Chrome e Android. Na semana passada, o Google ativou o suporte a IPv6 ao YouTube. Engenheiros do Google disseram que a empresa quer ter todo seu conteúdo pronto para o IPv6 quando os provedores de internet começarem a atribuir endereços IPv6 a seus clientes.

2. Facebook
Com mais de 350 milhões de usuários ativos - 65 milhões deles acessando o site por meio de dispositivos móveis - o Facebook está planejando a adoção de IPv6 nativo em seu backbone. O Facebook diz querer suportar tanto clientes IPv4 como IPv6. Um porta-voz da empresa disse que o Facebook "espera suportar totalmente as requisições nativas IPv6 provenientes de usuários entre junho e julho de 2010."

3. eBay
Líder em comércio eletrônico, o eBay mantém uma instalação IPv6 em operação em seu laboratório, e vai levar o protocolo a sua rede corporativa interna nos próximos seis ou oito meses, diz Manzella. "Em relação ao site eBay.com, nós daremos início a uma abordagem em etapas para migrar para o IPv6 no fim deste ano", diz. "O trabalho deverá ser finalizado no meio do ano que vem."

4. Yahoo
O Yahoo é um participante ativo da comunidade IPv6, que discute o tema nos encontros da Internet Society e do Grupo de Operadores de Rede da América do Norte (Nanog, na sigla em inglês). A empresa começou o pareamento de IPv6 ao redor do mundo com vários provedores de internet. A empresa ainda não abriu o acesso IPv6 aos usuários, mas um porta-voz da empresa disse que o portal planeja ativar o IPv6 "tão cedo quanto possível".

5. Microsoft
A Microsoft opera dois dos sites mais populares da internet: o Windows Live (que inclui o serviço de busca Bing) e a Microsoft Network, também conhecida como MSN. Apesar de a Microsoft não ter respondido a nossas perguntas sobre quando os dois sites serão habilitados para o IPv6, pudemos descobrir que havia tráfego IPv6 vindo dos números de sistema autônomo que congregam esses sites. Também descobrimos que a Microsoft se engajou em acordos de pareamento IPv6 com pelo menos nove operadoras ao redor do mundo, incluindo a Hurricane Electric, a rede de backbone IPv6 líder da internet.

6. Wikipedia
A enciclopédia online gratuita não revelou quando seu site vai suportar IPv6. Mas a Wikipedia habilitou o IPv6 em seu servidor de e-mail e em sua aplicação de rastreamento de bugs em 2008. Outros serviços, como lists.wikimedia.org, svn.wikimedia.org e download.wikimedia.org, também podem ser encontrados via IPv6. Há três anos, em 2006, a Wikipedia ativou serviços IPv6, mas decidiu desligá-los por causa de problemas de desempenho.

7. Twitter
O Twitter não comentou seus planos para IPv6. Em agosto de 2009, 19% dos americanos disseram usar o Twitter, de acordo com pesquisa da Pew Internet Life. Esses usuários usam mais dispositivos móveis que a média dos usuários da internet - 40% deles acessam a internet via celulares e smartphones. Com base nessa estatística, conclui-se que o Twitter está sob intensa pressão para oferecer suporte a IPv6 antes que as operadoras como a Verizon nos EUA coloquem em operação suas redes móveis de próxima geração, que vão demandar suporte a IPv6.

(Carolyn Duffy Marsan)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Humor - Guerra do Ano - iPad vs Kindle vs Pedra

E aí, qual você escolhe?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

TI Verde - Quatro formas de economizar energia e dinheiro em data centers

Veja algumas dicas para poupar eletricidade, seja com ajuda de profissionais ou com a virtualização de servidores.

Por Computerworld/EUA
27 de janeiro de 2010 - 08h00

Na era da consolidação e virtualização de servidores, uma das prioridades das empresas tem sido encontrar maneiras de reduzir o consumo de energia elétrica de seus data centers. A COMPUTERWORLD americana separou quatro dicas que podem ajudar as áreas de TI a economizar não só energia como investimento. Confira abaixo:

1- Consolidação por virtualização: economia de 15%
Unificar servidores usando virtualização reduz o número de equipamentos físicos e economiza energia, mas não tanto quanto você pode pensar. Por quê? Uma razão simples é a que servidores com configurações mais pesadas tendem a usar mais energia do que os que eles substituem. O que é necessário para obter economia em um projeto desses? O vice-presidente da Terremark, Ben Stewart, acredita que é possível cortar em cerca de 15% os gastos de energia reduzindo espaços nos data centers, por exemplo.

2- Servidores de alta densidade? Espalhe-os.
Esses servidores podem melhorar o desempenho, mas nem sempre são a melhor solução para o data center quando a redundância, a distribuição de energia, o esfriamento e o espaço são levados em conta. Sem querer, você pode ficar sem energia e com um espaço sem ocupação. Ao ampliar a densidade também se aumenta o suporte, que pode não ser tão necessário se tudo está espalhado.

3- Quando falamos de gastos com esfriamento, sempre há algo que se assemelha a "almoço grátis"
Um data center bem localizado, em regiões específicas, como o noroeste do pacífico ou no Canadá, pode diminuir ou eliminar custos de resfriamento em boa parte do ano. Isso porque eles contêm dispositivos que usam o frio externo ao invés de manter partes ligadas para se manter resfriado.

4- Se você precisa de ajuda profissional, peça.
Se você está rodando um data center antigo e não sabe por onde começar - ou mesmo se acha que sabe -, contrate uma consultoria. Um consultor de fora consegue olhar onde é possível diminuir gasto de energia em mais de um terço, por exemplo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Secretário da Onu teme ciberguerra

Jordana Viotto, de INFO Online
Segunda-feira, 01 de fevereiro de 2010 - 10h28

SÃO PAULO - O secretário-geral da International Telecommunications Union, a agência de telecomunicações da Onu, Hamadoun Touré, afirmou que o mundo precisa de um tratado para se defender dos ciberataques "antes que eles se transformem em uma ciberguerra".


A declaração aconteceu no sábado, em Davos, durante o Fórum Econômico Mundial.

Touré (foto ao lado) disse que o risco de um conflito entre EUA e China pela internet aumenta a cada ano. Os ataques contra o Google no início do ano e a ameaça da empresa detentora da maior ferramenta de busca do mundo de deixar a China entraram na pauta de discussões do encontro em Davos, que terminou no domingo.


Para ele, "uma ciberguerra seria pior que um tsunami, uma catástrofe" e o acordo proposto seria "parecido com um tratado de paz antes de uma guerra".


China, Estados Unidos e Rússia são parte dos 20 países que se encontram envolvidos em uma corrida armamentista no ciberespaço e que se preparam para possíveis hostilidades via internet, indicou na quinta-feira em Davos o presidente da rede McAfee, Dave DeWalt.


No início do mês, a secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton condenou os ataques sofridos pelo Google. "Países ou indivíduos que se engajam em ciberataques devem sofrer as consequências".


A declaração foi criticada por Jack Goldsmith, professor da faculdade de direito de Harvard, em um artigo no jornal Washington Post. Goldsmith que mencionou os botnets como os principais vilões dos ciberataques e disse que os EUA têm "boa parcela" dos botnets usados para ataques e que é de onde partem um "volume significativo".

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Quando um hacker torna-se popstar

Entrevista: Kevin Mitnick, ex-hacker e consultor de segurança
domingo, 31 de janeiro de 2010 15:17
por Jocely Auricchio

Kevin Mitnick foi um dos primeiros hackers a ganhar projeção. Passou 5 anos preso, um deles na solitária, depois de invadir redes corporativas, hackear telefones e clonar celulares. Solto em 2000, ganha a vida com livros, palestras e consultorias. Para Mitnick, a principal brecha de segurança está nas pessoas: uma simples entrevista para descobrir hábitos de consumo pode esconder iscas que ajudam o hacker a formar um perfil da vítima. Informações como o nome do cachorro dão dicas sobre senhas. Após palestra na Campus Party, Mitnick falou ao Link.



Você é um ícone para uma geração de hackers.

Isso acontece porque o governo americano violou meus direitos civis. Não que eu não devesse ser processado, mas virei bode expiatório. A solitária, a demora no julgamento, esse circo foi armado para aumentar a verba para lidar com ameaças digitais.



Você inspirou filmes, não?

Escritores pesquisam casos reais para escrever roteiros de filmes de hackers. Mas nenhum representou o que acontece. Hackers, A Rede e Senha: Swordfish são péssimos.



Na sua opinião, o que aconteceu no caso Google x China?

É apenas uma suposição, mas o que o Google sofreu foi um ataque "dia zero". Uma vulnerabilidade do software (o Internet Explorer 6) foi explorada. Para alguns membros da imprensa, isso foi espionagem industrial. E uma certa agência federal acredita que os chineses estão por trás disso, para afetar empresas como Cisco, Google e outras para roubar tecnologia. Há muitos rumores sobre intenções sombrias da China, mas vai saber. Eu posso me conectar a uma rede e fazer parecer que estou na China. O que me surpreende é que essas empresas ainda usem IE 6, quando estamos no IE 8, isso é mau gerenciamento de atualizações.



Esse tipo de ataque é a nova face do terrorismo?

Não. Terrorismo é explosão de avião, homem-bomba. Acredito que organizações terroristas usam a web para pesquisa e comunicação. O objetivo de ataques terroristas é assustar as pessoas...



Mas o Google ficou assustado.

O Google só ficou irritado. São negócios. A espionagem industrial é séria, mas não tão séria como a morte de inocentes.



Como foi a transição de hacker para consultor de segurança?

Quando fui solto em 2000, eu não podia tocar em nada tecnológico. Não podia nem ligar para uma empresa aérea e reservar uma passagem sem violar minha condicional. Depois de 2 anos, pude escrever meu primeiro livro, mas para isso eu tive uma permissão especial para usar um PC desconectado. Só tive liberação de uso em 2003 e pude abrir minha firma de segurança. As coisas mudaram. Quando eu era hacker, ninguém contava com firmas externas de segurança.



Há diferenças entre crackers e hackers?

Para mim, hackers exploram a tecnologia, modificam um computador para ter um desempenho melhor ou exploram falhas e vencem obstáculos. Cracker só rompe códigos de proteção de programas.



Existe hacker bom ou ruim?

Hackear é como construir uma casa usando um martelo. A mesma ferramenta pode ser usada para atacar alguém.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Certificações: avaliar demanda do mercado ajuda na escolha

por Tagil Oliveira Ramos | especial para IT Web

18/01/2010

Várias plataformas apresentam chances escondidas para profissionais que desejam investir na carreira e buscam bons salários


A certificação correta, na hora certa, pode definir a escolha do candidato. A pergunta que muitos profissionais costumam fazer, no entanto, é: em qual especialização investir? Outra dúvida que aflige com frequência muitos candidatos é em relação ao tipo de especialista o mercado busca.

Por conta do dinamismo que rege o segmento de TI, é quase impossível eleger "certificações clássicas", aquelas que valeriam em qualquer época da carreira. Ano após ano, a tecnologia evolui em suas diversas plataformas, alterando as demandas do mercado. Além disso, as necessidades tecnológicas variam ao sabor das políticas de marketing das empresas líderes e das decisões dos CIOs das corporações.

No entanto, devido à grande base instalada da plataforma Windows, há uma procura constante por profissionais especializados nessa área. "Quando falamos na base Microsoft, sem dúvidas, a certificação MCITP em Windows Server 2008 está em alta", avalia Fabiano Santana, co-autor de 25 e-books sobre produtos Microsoft. "Concorrer a uma vaga para especialista de Windows sem certificação é perda de tempo", avisa.

Santana, ao passar mais uma orientação, lembra que, apesar da certificação MCITP ter aposentado a MCSE, ainda existe considerável procura por profissionais certificados nesse conhecimento. Neste caso, a demanda está direcionada para a base Windows Server 2003.

"As certificações dependem da opção profissional do indivíduo", explica Zilta Marinho, diretora de educação da Módulo Education. De acordo com Zilta, Cobit, Itil, MCSO (Módulo Certified Security Officer), CISSP, e, agora, GRCP (GRC Governance, Risk end Compliance Professional) têm sido muito procuradas por gestores e técnicos. Ainda continuam forte as relacionadas à Cisco além da MCRM (Módulo Certified Risk Manager).

Independente da sigla, é preciso estar atento, no entanto, às oportunidades "escondidas". Há excelentes vagas, por exemplo, para especialistas em mainframe. Só no site da Catho, conforme verificado durante o fechamento desta segunda reportagem do especial em certificações, havia 72 oportunidades. Embora pareça coisa do passado, na prática, esse conhecimento pode se traduzir também em um excelente salário. Ninguém vive sem os legados e há uma demanda não suprida por bons profissionais deste segmento. Por isso avaliar o que os recrutadores estão buscando no mercado de trabalho pode ser um bom caminho para definir qual especialização cursar.

"As pessoas não devem procurar o que está na moda, mas sim o que é necessário e coerente com a opção profissional que fizeram ou desejam fazer", pontua Zilta. "É necessário traçar um caminho, mesmo que ele possa mudar com o tempo."

Os profissionais, sobretudo os que estão em início de carreira ou possuem pouco tempo na estrada, precisam entender que, para concorrer em áreas mais disputadas, é obrigatório apresentar algum diferencial. Além das certificações, MBA é um item que costuma impressionar os recrutadores. O segundo idioma, no caso o inglês, é praticamente obrigatório e o espanhol é bastante apreciado por conta da relação com América Latina. Diante disso, não há fórmulas mágicas para quem quer crescer em TI. A solução é estudar e buscar mais especialização.

Dicas de valor

Veja alguns conselhos úteis para quem quer direcionar a carreira e obter uma boa colocação no mercado

ERP - Menos concorridas que o ambiente Windows, a área de gestão empresarial oferece salários bons. No entanto, essas vagas são escassas. Há poucos profissionais realmente habilitados. Uma certificação SAP pode ainda ser o diferencial. A desvantagem é que o investimento a ser feito é alto. O retorno pode vir a médio e longo prazo.

Segurança - Há uma demanda crescente por especialistas em segurança da informação. Há poucos profissionais realmente especializados em CISSP, por exemplo. Um conhecimento desse tipo no currículo pode reverter em contratação certa.

Windows - Com valor médio de R$ 80,00 por exame, as certificações em Windows são muito requisitadas pelo mercado. Existem dezenas de provas, cada uma focada em uma certificação, como, por exemplo MCSA, MCSE, MCTS, MCP e MCITP.

Gestão de serviços - Fique atento para oportunidades crescentes para certificações voltadas para gestão de serviços e suas melhores práticas, como COBIT, ITIL e MOF.