Projeto pretende levar serviço de telefonia fixa para as famílias já beneficiadas pelo "Bolsa Família"
Quinta-feira, 02 de setembro de 2010 às 18h51
Depois do Bolsa Família agora é a vez do "Bolsa Telefone". O programa de telefonia fixa vinculado ao do atual governo tem como meta levar o serviço para as 13 milhões de familias já beneficiadas pela transferência de renda. De acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), a ideia é reformular o atual AICE (Acesso Individual Classe Especial), serviço pré-pago para os usuários de baixa renda que hoje custa cerca de R$ 25,00.
Embora o preço sugerido para as mensalidades seja de até R$15, o valor final só saíra daqui algumas semanas, quando a Anatel liberar um regulamento específico que deverá ser colocado em consulta pública por 20 dias. Após esse período, a proposta será encaminhada para o Ministério das Comunicações e à Casa Civil.
O projeto prevê que o desconto tarifário seja bancado pelas próprias operadoras. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, isso tem causado insatisfação entre as teles que preferem que o valor seja retirado do Fundo de Universalização dos Serviço de Telecomunicações, e não de parte de seus lucros.
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Jailbreak: entenda o que é, as vantagens e desvantagens do processo
Muito comum entre os usuários dos gadgets da Apple, atividade se tornou legal nos Estados Unidos e, agora, um aplicativo deixa o passo-a-passo ainda menos complicado
Segunda-feira, 09 de agosto de 2010 às 09h07
Na semana passada, um recurso muito utilizado pelos usuários do iPhone, mas tido como ilegal pela Apple, foi oficialmente autorizado pelo governo americano. Como vocês devem saber, a Apple gosta de se manter em um sistema fechado e, diga-se de passagem, bem controlado por ela. Oficialmente, para que um aplicativo rode em seus iPhones, iPods Touch e iPads, é necessário que eles sejam aprovados previamente pela própria empresa. Só que existe um sistema chamado jailbreak, que desbloqueia os aparelhos para que eles rodem aplicativos não-autorizados pela Apple, e executem funções que estão bloqueadas de fábrica pela empresa de Steve Jobs. E assim, o mundo dos aplicativos - que já era imenso - se torna ainda maior. O processo já era comum entre usuários, e relativamente fácil de ser executado. Mas agora, foi lançado um novo sistema que tornou o jailbreak algo tão simples quanto o ato de ligar o telefone. E a gente não está brincando, quer ver?
Segunda-feira, 09 de agosto de 2010 às 09h07
Na semana passada, um recurso muito utilizado pelos usuários do iPhone, mas tido como ilegal pela Apple, foi oficialmente autorizado pelo governo americano. Como vocês devem saber, a Apple gosta de se manter em um sistema fechado e, diga-se de passagem, bem controlado por ela. Oficialmente, para que um aplicativo rode em seus iPhones, iPods Touch e iPads, é necessário que eles sejam aprovados previamente pela própria empresa. Só que existe um sistema chamado jailbreak, que desbloqueia os aparelhos para que eles rodem aplicativos não-autorizados pela Apple, e executem funções que estão bloqueadas de fábrica pela empresa de Steve Jobs. E assim, o mundo dos aplicativos - que já era imenso - se torna ainda maior. O processo já era comum entre usuários, e relativamente fácil de ser executado. Mas agora, foi lançado um novo sistema que tornou o jailbreak algo tão simples quanto o ato de ligar o telefone. E a gente não está brincando, quer ver?
terça-feira, 14 de abril de 2009
Globo investe em mobilidade
Emissora vai ampliar audiência com sinal em ônibus, metrô, trens e telefones celulares e prevê crescimento de 8%.A transmissão para novas plataformas que se tornaram possíveis com o advento da televisão digital está na pauta da Rede Globo, que inicia nesta semana testes finais para levar seu conteúdo para telas em ônibus, metrô, trens, táxis e telefones celulares.
O diretor geral da emissora, o executivo Octávio Florisbal explicou que a exposição do conteúdo e da forma ainda depende de estudos definitivos. A emissora está mantendo negociações com as empresas que exploram mídias com mobilidade e portabilidade para definir modelo de negócios cuja base de remuneração será a publicidade. Nos telefones celulares, basta o consumidor ter aparelho com acesso ao sinal de TV para ter a programação à disposição. Nas telas em ônibus, por exemplo, ainda se discute o tempo da programação, mas elas têm capacidade para exibir a programação completa, como destacou o engenheiro Fernando Bittencourt, diretor da área de tecnologia da Rede Globo.
“Vamos ampliar a audiência com essas novas plataformas podendo transmitir a nossa programação que já chega a 55 milhões de lares em todo o País. Existem alguns desafios, como a qualidade do som, mas os estudos estão bem avançados. Temos que entender que o Brasil tem atualmente 12 milhões de lares com acesso à internet com banda larga e 150 milhões de celulares. A portabilidade e a mobilidade exigem que as TVs estejam com seus conteúdos disponíveis nesses meios”, disse Florisbal que afirmou que a Rede Globo teve crescimento de 13% no exercício de 2008 e que espera que as receitas tenham elevação de 8% neste ano, com a inflação já embutida.
Florisbal disse ainda que o barateamento dos celulares com acesso à TV vai ser divisor de águas na estratégia. “Para o Dia das Mães, têm fabricantes prometendo o equipamento por R$ 390. E a tendência é de baixar ainda mais o valor do produto”, acrescentou.
Florisbal comentou o balanço da Globo Comunicações e Participações, holding que controla a Rede Globo de Televisão, no qual a emissora exibe receitas de R$ 7,6 bilhões com publicidade “Foi um ano muito bom. Neste ano queremos ter desempenho semelhante, mas já sabemos que as despesas serão maiores. Por isso, estamos estimulando maior qualidade nos orçamentos para não comprometer o resultado. O primeiro trimestre deste ano, contrariando uma série de previsões negativas, foi excelente.
O segundo trimestre deverá ser mais moderado e o segundo semestre vai dar o equilíbrio final”, ressaltou o diretor geral da Rede Globo durante a apresentação da programação de 2009, que terá início na próxima segunda-feira com a novela “Caras & Bocas” e retorno de programas como “Casseta & Planeta” e “Toma lá da cá”.
Audiência é ponto nevrálgico na estratégia das emissoras de televisão. A Rede Globo quer recuperar a média de 22% do share obtido entre 1997 e 2007 nos mercados que integram o PNT (Painel Nacional de Televisão) composto por 14 mercados auditados com o aparelho people meeter do Ibope/Nielsen e que a partir do segundo semestre passará a contar com a cidade Goiânia. O pico de audiência desde que o PNT foi implantado na década de 90 foi o ano de 2006 com média de 24%. No ano passado a Rede Globo teve 19% do share de audiência.
“Este ano queremos chegar a 21%, mas o sonho é repetir 2006. Estamos atentos à concorrência e a melhor arma é fazer uma grade de programação com maior qualidade ainda. Essa diminuição, porém, não teve interferência na performance comercial. As agências fazem seus planos de mídia com base nas audiências por target”, justificou Florisbal.
A saudabilidade financeira é destacada por Floribal. Ele lembra que no início do ano 2000 a empresa chegou a cancelar seus pagamentos para promover reestruturação. Os débitos, segundo ele, foram provocados pelos investimentos na implantação da rede a cabo. “Devíamos US$ 2,6 bilhões, mas já pagamos U$ 2 bilhões. O restante pode ser pago até o ano de 2022. Temos US$ 2 bilhões em caixa e poderíamos quitar, mas como temos a alternativa de pagar US$ 5 milhões a cada mês, optamos pelo escalonamento”, ponderou Florisbal que vai manter o plano de investimentos de US$ 100 milhões por ano como prevê o plano trienal. A Rede Globo vai construir até 2011 um novo prédio no Rio de Janeiro, outro em Brasília e também em São Paulo.
Por Paulo Macedo
Fonte: PropMark (http://www.propmark.com.br/)
09/04/2009
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