terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Protótipo de Tablet de Papel "sai do papel" conforme previsto por Roberto Marietti

Conversávamos sobre tecnologia e futuro Roberto Marietti, Emerson Matarazzo e eu, Luciano Ferrari na sede da K-C em São Paulo em 2008 quando o Roberto disse que viria um futuro próximo onde o laptop seria substituído por um papel flexível digital, uma espécie de pergaminho eletrônico.

Todos rimos muito, mas ele jurou que um dia ele riria de nós, e finalmente aconteceu. A Intel lança um protótipo do tão inesperado "paper tablet".

Parabéns Roberto, visionário!


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ninguém É Perfeito Mas Tem Coisas Que os Gerentes Nunca Devem Fazer

Todos nós tivemos chefes que fizeram coisas das quais ou não gostamos, ou não apreciamos ou mesmo não respeitamos. E todo gerente já fez alguma coisa da qual se arrependeu mais tarde. O mundo corporativo é um lugar onde decisões e julgamentos ocorrem em tempo real e que, ao olharmos de forma retrospectiva, eles às vezes acabam se configurando como más escolhas.

Tudo bem, afinal de contas, ninguém é perfeito. Todos nós cometemos erros. E isso é uma coisa positiva, pois é assim que aprendemos nossas lições - inclusive como fazer melhor o nosso trabalho.
Isso vale para todo funcionário, gerente, executivo, empresário, CEO, enfim, todo mundo.

Mas algumas vezes um erro pode se transformar numa verdadeira casca de banana. E aí, o que era para ser uma exceção pode acabar virando uma regra generalizada. O que quero dizer é que há fronteiras que os gerentes não devem cruzar, comportamentos que não devem ser exibidos e, sem querer ser excessivamente dramático, atalhos que levam para o lado negro.

Em “10 Coisas Para Aplicar Hoje E Ser Um Líder Melhor“, voltei no tempo para captar as melhores características dos melhores executivos com os quais trabalhei ao longo dos últimos 25 anos. Decidi agora olhar o outro lado da moeda, por dois motivos:
- Por simplemente ter aprendido tanto nas experiências negativas quanto nas positivas.
- Para fazer um contraponto à materia publicada há um par de semanas no caderno Carreira Executiva, da Folha de São Paulo, onde se revelavam as competências que levam à contratação dos executivos.

É importante ressaltar que o objetivo aqui não é trazer à tona um festival de lamúrias para fazer com que funcionários descontentes fiquem ainda mais irritados e chateados com seus respectivos chefes. Ao invés disso, considere isto como um padrão de comportamento a ser evitado, com o qual funcionários e chefes concordam e, ainda, um possível alerta para aqueles que necessitam rever, com urgência, seu modelo mental.

10 Coisas que os Gerentes Nunca Devem Fazer
  1. Ficar dando ordens a torto e a direito como se fosse um ditador. Ao contrário da crença popular, gerentes não são ditadores. Todo gerente tem pelo menos um chefe. Mesmo os CEOs respondem ao conselho de diretores e aos acionistas. Qualquer gerente que pensa que pode ficar dando ordens a torto e a direito, ou mesmo abusar de sua autoridade porque é O CHEFE, é um péssimo líder. Funcionários não são soldados e, muito menos, crianças. Você pode lhes dizer quais as tarefas deles e até mesmo despedi-los, se quiser, mas se ficar dando ordens à toa, os bons vão se rebelar e sair.
  2. Esquecer-se dos clientes. Nunca deixo de me assombrar como é que tantos gerentes se esquecem que organizações e companhias existem por uma única razão: conquistar, manter e apoiar clientes. Negócios tem a ver com negócios e quando você faz com que ele tenha a ver com você, com seus problemas, com seus medos, com seu império, com seus melindres, você deixa de ser um gerente eficaz.
  3. Comportar-se como um ignorante arrogante que acha que é melhor que os demais. Só para ficar claro: não estou dizendo que gerentes ou chefes não possam ser ignorantes. Muitas pessoas são ignorantes, incluindo um monte de funcionários, e quase todo mundo é um ignorante sob certas circunstâncias. Estou especificamente falando sobre o arrogante do tipo “Sou melhor que essa gentalha”. Isso faz você parecer um moleque mal-educado e neutraliza completamente sua autoridade e credibilidade.
  4. Deixar que seus egos assinem cheques que a realidade não pode cobrir. Muitas vezes líderes alcançam suas posições porque acreditam que são especiais – um equívoco fascinante que, entretanto, sempre provoca uma imensa autossatisfação. O problema é que, ao dourar a pilula, você pode acabar escorregando numa casca de banana. Portanto, ou você amadurece ou mais cedo ou mais tarde a realidade acaba vindo de supetão e cobrando o seu preço. Já vi isso repetidamente e as consequências não são nada agradáveis.
  5. Publicamente estripar os funcionários. De todas as coisas que já vivenciei ao longo dos anos, esta não só é a mais desumana, mas também a mais desmoralizante para os funcionários. Eu conheci um par de CXOs que faziam isso regularmente e ambos eram amplamente odiados, sem exceção. E mais, no final ambos acabaram se auto-detonando.
  6. Cercar seus sentimentos. Talvez isto soe um tanto sentimentalóide, mas longe disso. Pesquisadores gostam de classificar executivos e líderes como psicopatas, mas o mecanismo pelo qual isto ocorre é denominado compartimentalização das emoções. Se você um dia ficou imaginando como é que determinadas pessoas, que parecem não ter resquício algum de humor ou de humildade, podem se comportar da maneira que se comportam, a resposta é : desconectando-se de suas emoções. Dessa forma qualquer um fica bem menos humano.
  7. Rodear-se de burocratas e puxa-sacos. Quando você encoraja o status quo e desencoraja os dissidentes, você condena a organização a estagnação e a um eventual declínio.
  8. Ameaçar. Ameaças não funcionam. Provavelmente o que vai conseguir é gerar um comportamento oposto àquele que estava tentando obter. Elas diminuem sua autoridade e fazem você parecer fraco e mesmo pequeno. Comunique o que você quer e o porquê, e aja sobre os resultados. Isso funciona. Ameaças, não. E pelo amor de Deus, nunca ameace um funcionário com o seu emprego ou um fornecedor com o seu contrato. Isso está fora de cogitação.
  9. Agir feito criança. Todo mundo segue pelas mesma etapas de desenvolvimento humano ao longo da trajetória em direção à vida adulta e à maturidade. Infelizmente, alguns de nós acaba preso num estágio ou outro, retardando nosso crescimento e nos tornando disfuncionais. Apenas parecemos adultos normais, mas na realidade nos comportamos muito mais como crianças, seja representando, seja tendo acessos de ira e geralmente fazendo a vida impossível de todos ao nosso redor.
  10. Infringir a lei. O Brasil é uma nação com leis cada vez mais severas e, sejam de ordem civil ou criminal, elas são muito claras por uma bom motivo. Por alguma razão, os executivos vão algumas vezes arriscar tudo – poder, bem-estar, carreira, familia, tudo – por motivos que a maioria de nós nunca vamos conseguir entender. Estamos falando de fraude em contabilidade, apólices, bancos, transações eletrônicas e postal; e ainda em informações privilegiadas, suborno, obstruções da justiça, conspiração, discriminação, assédio… é uma longa lista.
Para evitar o lado negro, conte comigo.
Pablo
P.S. – Gostou? Para me seguir no Facebook, acesse https://www.facebook.com/coachingexecutivo

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Você realmente sabe o que é Big Data?


O termo Big Data está cada vez mais popular, embora ainda esteja mal compreendido. Observo em muitas palestras que não existe consenso quanto a que realmente é Big Data e quais as tecnologias fundamentais que o sustentam. E mais ainda, existem muitas dúvidas de como tangibilizar o conceito, ou seja, como sair do conceitual e criar soluções de negócio que agreguem valor para as companhias.

Eliminar estas dúvidas é essencial e o primeiro passo para as empresas se aventurarem em projetos Big Data.

Para colocarmos o termo em contexto, Big Data vem chamando atenção pela acelerada escala em que volumes cada vez maiores de dados são criados pela sociedade. Já falamos comumente em petabytes de dados gerados cada dia, e zetabytes começa a ser uma escala real e não mais imaginária e futurista. O que era futuro há uma década, terabytes, hoje nós já temos nas nossas próprias casas.

As tecnologias que sustentam Big Data podem ser analisadas sob duas óticas: as envolvidas com analytics, tendo Hadoop e MapReduce como nomes principais e as tecnologias de infraestrutura, que armazenam e processam os petabytes de dados. Neste aspecto, destacam-se os bancos de dados NoSQL (No, significa not only SQL). Por que estas tecnologias? Por que Big Data é a simples constatação prática que o imenso volume de dados gerados a cada dia excede a capacidade das tecnologias atuais de os tratarem adequadamente.

Começando pelo início. O que é Big Data? Outro dia escrevi um post com uma fórmula simples para conceitualizá-lo. Big Data = volume + variedade + velocidade. Hoje adiciono mais dois “V”s: veracidade e valor. Vamos detalhar estes tópicos um pouco mais.

Volume está claro. Geramos petabytes de dados a cada dia. E estima-se que este volume dobre a cada 18 meses. Variedade também, pois estes dados vêm de sistemas estruturados (hoje minoria) e não estruturados (a imensa maioria), gerados por e-mails, mídias sociais (Facebook, Twitter, YouTube e outros), documentos eletrônicos, apresentações estilo Powerpoint, mensagens instântaneas, sensores, etiquetas RFID, câmeras de vídeo, etc.

Velocidade porque muitas vezes precisamos agir praticamente em tempo real sobre este imenso volume de dados, como em um controle automático de tráfego nas ruas. Veracidade porque precisamos ter certeza que os dados fazem sentido e são autênticos. E valor porque é absolutamente necessário qua a organização que implementa projetos de Big Data obtenha retorno destes investimentos. Um exemplo poderia ser a área de seguros, onde a análise de fraudes poderia ser imensamente melhorada, minimizando-se os riscos, utilizando-se, por exemplo, de análise de dados que estão fora das bases estruturadas das seguradoras, como os dados que estão circulando diariamente nas mídias sociais.

Falamos que as tecnologias atuais de tratamento de dados não são mais adequadas. Por que? Vejamos o modelo relacional, proposto pelo pesquisador da IBM, Edgar F. Codd, em 1969. Quando foi proposto, a demanda era acessar dados estruturados, gerados pelos sistemas internos das corporações. Não foi desenhado para dados não estruturados (futurologia na época) e nem para volumes na casa dos petabytes de dados (inimaginável na época). Precisava-se sim de um modelo que categorizasse e normalizasse dados com facilidade. E o modelo relacional foi muito bem sucedido nisso, tanto que é o modelo de dados mais usado atualmente.

Para tratar dados na escala de volume, variedade e velocidade do Big Data precisamos de outros modelos. Surgem os softwares de banco de dados NoSQL, desenhados para tratar imensos volumes de dados estruturados e não estruturados. Existem diversos modelos como sistemas colunares como o Big Table, usado internamente pelo Google (é a base de dados sob o Google App Engine),o modelo Key/value como DynamoDB da Amazon, o modelo “document database” baseado no conceito proposto pelo Lotus Notes da IBM e aplicado em softwares como MongoDB, e o modelo baseado em grafos como o Neo4j. Em resumo, não faltam opções... Interessante lembrar que antes do modelo relacional já existia um software de banco dados que lidava com grandes volumes que é o IMS da IBM, modelo hierárquico, criado para suportar o projeto Apollo de conquista da Lua e que ainda hoje é base da maioria das transações financeiras que circulam pelo mundo.

Por outro lado, esta diversidade de alternativas demanda que os líderes dos projetos de Big Data escolham a mais adequada ou mesmo demandem mais de uma opção, de acordo com as necessidades específicas.

Depois da infraestrutura é necessário atenção aos componentes de analytics, pois estes é que transformam os dados em algo de valor para o negócio. Big Data Analytics não signfica eliminar os tradicionais sistemas de BI que existem hoje, mas pelo contrário, devem coexistir. Recomendo enfáticamente a leitura do livro “Competing on Analytics: the new science of winning”, de Thomas H. Davenport, publicado pela Harvard Business Schoool Press. Um bom exemplo de uso de Hadoop para analytics é o BigInsights da IBM.

Aliás, ao lado destas alternativas surgem outras opções, como o uso de appliances, como o Netezza da IBM, que embarcam em um hardware adaptado todos os softwares necessários para criar projetos de Big Data. Os appliances queimam etapas nos projetos de Big Data.

Quanto ao aspecto velocidade o conceito de stream processing permite tratamento em tempo real de dados. Concretamente, o InfoSphere Streams da IBM é um exemplo muito interessante. A ideia de stream computing é fantástica. Um novo paradigma. No modelo de data mining tradicional uma empresa filtra dados dos seus vários sistemas e após criar um Data Warehouse, dispara “queries”. Na prática faz-se garimpagem em cima de dados estáticos, que não refletem o momento, mas sim o contexto de horas, dias ou mesmo semanas atrás. Com stream computing esta garimpagem é efetuada em tempo real. Em vez de disparar queries em cima de uma base de dados estática, coloca-se uma corrente contínua de dados (streaming data) atravessando um conjunto de queries. Podemos pensar em inúmeras aplicações, sejam estas em finanças, saúde e mesmo manufatura. Vamos ver este último exemplo: um projeto em desenvolvimento com uma empresa de fabricação de semicondutores pode monitorar em tempo real o processo de deteção e classificação de falhas. Com stream computing as falhas nos chips sendo fabricados são detetados em minutos e não horas ou mesmo semanas. Os wafers defeituosos podem ser reprocessados e, mais importante ainda, pode-se fazer ajustes em tempo real nos próprios processos de fabricação.

Adicionalmente, podemos pensar que a computação em nuvem é também um impulsionador para Big Data, pois pode-se usar nuvens públicas para suportar imensos volumes de dados e as caraterísticas de elasticidade das nuvens permitem que acionemos servidores virtuais sob demanda, aprenas no momento de tratar estes dados.

Enfim, Big Data já está batendo nas nossas portas. Seu potencial ainda não está sendo plenamente reconhecido, mas já vemos sinais claros desta importância quando lemos relatórios como o “Big Data, Big Impact: new possibilities for International Development”, publicado pelo World Economic Forum. Este relatório mostra como a sociedade mundial pode usufruir do imenso volume de dados gerado por ela para ajudar a resolver problemas diversos como questões sócio-econômicas e mesmo prevenção de epidemias.

Quanto às empresas, Big Data abre um novo e ainda inexplorado território. Carecemos de conhecimentos, experiências e mesmo de expertise profissional. Começa-se a se falar em novas funções como “data scientists” (escrevi sobre isso em post anterior), mas é inevitável que os CIOs tenham que colocar Big Data na tela dos seus radares. As oportunidades que os cinco “V”s trazem não podem e nem devem ser desperdiçados.
Source: IBM.com
 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

O que os CIOs querem de seus sucessores


Você é um aspirante a CIO? Leia o que esses líderes de tecnologia dizem que será necessário da sua parte para alcançar essa posição
 
Então você aspira o cargo de CIO, ou pelo menos transitar bem até alguma cadeira de comando. É um trabalho complexo, que exige uma série de habilidades técnicas e de negócios, além de e experiência. Apenas entender as “nuances do negócio” não é o suficiente – já é tempo passado a exigência de ir além do “alinhamento” retórico e a criação de oportunidades de negócios com foco no cliente, tendo a tecnologia como base.

Recentemente, participei de um painel na Interop Mumbai, onde quatro CIOs indianos discutiram os atributos que eles estão procurando em um sucessor. Na preparação para aquela sessão, eu também falei com quatro CIOs dos EUA sobre o mesmo assunto. Aqui está o que eles dizem que estão procurando.

Líderes multidimensionais. “Eles podem ser tecnólogos brilhantes, mas sem o compromisso de negócios e habilidades de liderança, eles não vão fazê-lo no nível mais alto”, disse Dave Bent, CIO da United Stationers, que aconselha aspirantes a CIOs a ganhar experiência em uma variedade de negócios e funções de TI.

Jerry Johnson, CIO da Pacific Northwest National Laboratories, um laboratório de pesquisa sob a jurisdição do Departamento de Energia, coloca ênfase na ampliação da experiência em TI para: desenvolvimento de software, infraestrutura, operações, arquitetura e gerenciamento de projeto. “Por isso, eu incentivo – mas não forço – um movimento lateral dentro da organização”, pontua.

Foco em produtos campeões para o cliente. Por “cliente”, não estamos falando sobre os usuários de TI da empresa. Estamos falando sobre as pessoas que compram produtos de sua empresa. Você conhece e conversa com eles de forma regular? Você os conhece mesmo?

Habilidades com clientes são, particularmente, importantes para os CIOs de empresas de tecnologia, onde o líder de TI, muitas vezes, funciona como um porta-voz do produto. Mas ser orientado ao cliente é fundamental para todos os CIOs, afirma Kent Kushar, CIO da E. & J. Winery Gallo.

Os melhores CIOs consideram-se, em primeiro lugar, varejistas, banqueiros e fabricantes, e somente depois tecnólogos (Mas não subestime o valor de ser um ‘cara de TI’ de primeira).

Jogadores. Os melhores CIOs precisam conhecer, tanto em nível profissional quanto pessoal, os executivos líderes de outros departamentos que são responsáveis pela entrega dos resultados de sua empresa. “Eles os perguntam como as coisas realmente funcionam, como as decisões são tomadas”, acredita o CIO segredo da InformationWeek EUA, que trabalha para uma empresa de mais de US$ 1 bilhão. “Eles descobrem quais são os resultados que esses executivos são responsáveis e, mais importante, como o desempenho deles é medido.”

Bent quer candidatos a CIO que já tenham sido expostos ao conselho administrativo da companhia. “O CIO tem que ter as mesmas características de liderança que qualquer outra posição do C-Level (escutar, comunicar, assim como a líder)”, explica. Rajesh Uppal, CIO da montadora indiana Maruti Suzuki, diz que os líderes de TI de amanhã devem “sentir empatia e entender os seus usuários para que consigam oferecer algum valor a eles.”

Os melhores guerreiros de batalhas. Candidatos a CIO devem mostrar vitórias demonstráveis em projetos, tanto de TI quanto de outras áreas. “O melhor indicador de sucesso é o sucesso”, ressalta Kushar.

Nosso CIO secreto relata a vez em que pediu a um de seus subordinados diretos que buscasse a melhoria da satisfação do cliente com o sistema de telefonia da empresa. “Ela estabeleceu parâmetros de processamento de chamadas. Entrevistou VPs e gerentes para entender como eles mediram a satisfação do cliente. Ela aprendeu sobre call centers. Ela falou com os clientes. Ela colocou um projeto de tecnologia para rodar, e quando as mudanças no processo foram concluídas, ela demonstrou, utilizando as mesmas métricas, que os níveis de satisfação aumentaram significativamente.”

Realmente pró-ativos. Arun Gupta, CIO da companhia farmacêutica indiana Cipla, está para adicionar 35 especialistas de TI aos já 17 que estão no grupo de tecnologia da empresa, sendo, entre eles, um Chief Security Officer e um líder SAP. “Eles vão colocar a faca entre os dentes, independentemente de eu concordar ou discordar?”, questiona Gupta.

V. Subramaniam, CIO da Otis Elevator, diz esperar por pessoas com “fogo nos olhos”. Ele também enfatiza “a disciplina da execução”. “Eles têm que fazer as coisas acontecerem, sem desculpas.”

 Fonte: InformationWeek Brasil

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

CIO da Kimberly-Clark Brasil se prepara para consumerização

Paulo Biamino comenta ainda política de home Office da companhia e afirma que, a partir do ano que vem, iPhone será o smartphone corporativo padrão
Paulo Biamino, da Kimberly-Clark Brasil - Executivo acredita que é preciso algum tipo de suporte, já que, uma vez liberado o uso de aparelho no ambiente corporativo, não pode simplesmente abandonar o usuário
 
Os departamentos de TI mundo afora têm sofrido fortes pressões por parte dos usuários para liberação de aplicações em dispositivos próprios, mas não apenas laptop, eles querem acesso via smartphones e tablets, caindo em duas expressões da moda no mercado de TI: consumerização e traga seu próprio dispositivo (BYOD, da sigla em inglês). Na Kimberly-Clark, o departamento de TI tem se atentado para esse movimento e trabalha para se adaptar ao novo momento da tecnologia.
 
Aos poucos, a companhia libera – além do email – aplicações para, por exemplo, fazer aprovações de ordem de compra, tudo integrado ao sistema de gestão da empresa. A mobilidade só acelerou ou ajudou a facilitar outro movimento, este um pouco mais antigo, que é o de home office. Recentemente, a Kimberly-Clark Brasil liberou o trabalho em casa uma vez por semana, mas, como lembra o CIO Paulo Biamino, não é algo geral. Estagiários, pessoal de help desk e alguns outros que desempenham atividades que ainda demandam a presença física não podem. Para atender a essa demanda, neste momento, o executivo trabalha fechando VPN, mas lembra que tem feito algumas experiências com virtualização de desktop e de aplicação.
 
“No caso BYOD podemos resolver com virtualização”, aponta o CIO, mostrando que, os testes atuais, podem servir de suporte para a futura política de permitir que o usuário trabalhe no ambiente corporativo com seu próprio equipamento. Biamino, entretanto, reconhece que existem desafios para aplicar esse modelo. “Quando o funcionário trabalha em home Office e perde conexão, ele sempre acha que o problema é na empresa e nunca na ponta (no serviço de internet dele). Existe uma tendência de fazer essa transferência e em BYOD pode ser semelhante, mas é um momento de aprendizado.”
 
Em linhas gerais, o CIO acredita que é preciso algum tipo de suporte, já que, uma vez liberado o uso de aparelho no ambiente corporativo, não pode simplesmente abandonar o usuário. Outro desafio que ele vê, está na interferência desse movimento em políticas de padronização de hardwares que multinacionais como a Kimberly normalmente têm em vigor. Hoje, se um funcionário quer email no smartphone é possível, mas eles não aconselham usam de aparelhos Android, por entender que ainda existe gap de segurança.
 
Mas enquanto o BYOD não é uma realidade na companhia, algo que deve ser comemorado pelos funcionários é a padronização do iPhone como telefone corporativo. Hoje, lembra Biamino, muitos funcionários têm esse desejo, embora o padrão principal seja BlackBerry, mas, a partir do ano que vem, todos os colaboradores com celular corporativo terão o smartphone da Apple.

terça-feira, 17 de julho de 2012

COMO MONTAR UM ESCRITÓRIO DE CONSULTORIA - DICAS IMPORTANTES

01 - COMO MONTAR UM ESCRITÓRIO DE CONSULTORIA -  DICAS IMPORTANTES

Escritorio-de-consultoria.pdf (219,8 kB)
COMO MONTAR UM ESCRITÓRIO DE CONSULTORIA - DICAS IMPORTANTES
Autor do material é: Roberto Chamoun e o Projeto Gráfico é Staff Art Marketing e Comunicação Ltda.


Leia mais: http://www.andrenantesborges.adm.br/products/como-montar-um-escritorio-de-consultoria-dicas-importantes/?goback=%2Egde_73563_member_131346903

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Aproveite o tempo para ser estratégico

CIOs de sucesso compartilharam suas técnicas para aproveitar o tempo para pensar estrategicamente.


Junho de Drewry, Madeline Weiss, CIO
Seu dia já está abarrotado e a longo prazo. No entanto, cada comentarista diz que você precisa ser mais estratégico. Como encontrar tempo para pensar estrategicamente sobre o posicionamento de sua empresa para ganhar e sustentar uma vantagem competitiva?
Em reunião recente da Sociedade para a Gestão da Informação do Advanced Practices Council (APC), CIOs de sucesso compartilharam suas técnicas para aproveitar o tempo para pensar estrategicamente.

Faça disso um hábito


Dois membros da APC reservam um tempo livre em suas agendas: um após o horário comercial e outro antes do horário comercial - para o pensamento estratégico. Outra novidade é a inclusão do trabalho externo na agenda, pelo menos um dia por semana, para evitar ser surpreendido em questões táticas.
Um deles usa seu tempo em uma aula programada de gestão para se perguntar questões estratégicas, tais como, "O que eu perdi?"
Encontre colegas
Muitos CIOs patrocinam a formação de Câmaras de TI para incentivar o pensamento estratégico entre os gerentes de TI e, em alguns casos, todo o pessoal de TI.
Adrian Gardner, CIO do NASA Goddard Space Flight Center, procura ideias de pensadores estratégicos e faz questão de incluir o pessoal com menos de dois anos de mandato nas sessões de estratégia de TI.
Steve Heilenman, CIO da Computer Aid, mantém um programa semanal Inovação, àssextas-feira, para o qual convida um grupo de "pensadores loucos e depravados", rotativo.
Outras técnicas são:
1 - Marcar três reuniões por semana com colegas de fora para aprender o que eles estão pensando.
2 - Leve os líderes empresariais para jantar fora regularmente para ouvir suas ideias e aprender sobre seus pontos críticos. E não esqueça da "lista de cerveja" - ideias para o futuro que são exploradas no bar.

Procure perspectivas fora


Participe de reuniões da associação com grandes oradores e cultive relacionamentos com CIOs que já se destacaram pelo "pensamento estratégico". Vários membros da APC enfatizam também o valor da conexão com empresas de capital de risco.


Simon Gauthier, CIO do Banco Interamericano de Desenvolvimento, envolve um professor da Universidade Georgetown como facilitador de seus encontros trimestrais de estratégia com sua equipe para garantir que eles conheçam as perspectivas de mercado.
Junte tudo
Lembre-se:



Em primeiro lugar, adote as práticas que se ajustem à sua personalidade e ao seu estilo de vida. Se o pensamento por si só não funciona para a sua personalidade extrovertida, não lute contra ele.
Segundo: você não pode ter todas as respostas estratégicas. Recrute uma ampla rede de insiders e outsiders para fornecer novos insights - e desafiar o seu pensamento.
Terceiro: encontre maneiras para empurrar-se para fora de sua zona de conforto.

(*) Madeline Weiss é diretora da Sociedade para a Gestão da Informação do Conselho avançada Práticas (APC). Drewry junho é o ex-CIO da Chubb e um conselheiro contribuindo para a APC.

Fonte: CIO Online

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Descubra a qual operadora pertence o nº de celular.


Já era complicado ficar guardando nº de operadoras para ligar com desconto, agora com a portabilidade ficou quase impossível.

Informações oriundas da Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom) falam em balanço da portabilidade numérica no Rio Grande do Sul, chegou a 374.753 o número de pessoas que trocaram de operadora sem perder o número. Desse total, 105.898 são migrações na telefonia fixa e 268.855, na móvel.

Desde o início da portabilidade numérica no Estado, em janeiro de 2009, 685.342 pessoas trocaram de operadora (195.778 no caso de linhas fixas e 489.564, móveis).
No Brasil, os casos efetuados de portabilidade numérica já chegam a 8,04 milhões, sendo 4,5 milhões em 2010.

Além disso, os celulares com dois ou mais Chips e os preços acessíveis dos mesmos, tornam quase improvável ficar com apenas um nº de telefone, com tantas promoções é fácil ter um chip de cada operadora, para ganhar bônus nas ligações das mesmas.

Mas como saber qual a operadora esta o nº que você quer ligar, caso você tenha se esquecido de perguntar.

Simples, acessar o site da ABR Telecom, lá há uma ferramenta que permite descobrir a qual operadora determinado número está atrelado.


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Morre Steve Jobs, fundador da Apple

Steve Jobs, fundador da Apple, morreu nesta quarta-feira (5). A informação foi dada pela agência de notícias “AP”. De acordo com a agência, pessoas ligadas à empresa informaram a eles sobre o óbito de Jobs.


Abaixo dedicatória no site da Apple:
http://www.apple.com/stevejobs/



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Hacker recupera notebook roubado monitorando as ações virtuais do suspeito

Usando o monitoramento à distância, o dono do Macbook Pro descobriu a identidade e endereço do suspeito via Facebook
16 de Agosto de 2011 | 17:28h

O profissional de segurança da informação Greg Martin teve seu Macbook Pro roubado de sua casa localizada no bairro londrino de West Kensington, Inglaterra. Porém, graças a um dispositivo de rastreamento chamado Prey, que estava instalado em seu equipamento, ele conseguiu descobrir a identidade do suspeito.

Greg, que trabalha para o FBI e para a NASA, disse em seu blog que após dois dias, enquanto jantava em Luxemburgo, recebeu um e-mail do Prey dizendo que o suspeito estava usando seu Macbook. A ferramenta dava a possibilidade de Greg ver screenshots dos sites que estavam sendo usados pelo ladrão e até do próprio suspeito.

Greg postou que havia descoberto a identidade do suspeito devido ao Facebook: "Depois de 2 horas acompanhando o ladrão, ele finalmente entrou no Facebook!"

Assim, Martin conseguiu descobrir o nome, escola, endereço e até informações sobre o wireless do ladrão. Com esses dados, o especialista em segurança entrou em contato com a policia, que conseguiu recuperar seu Macbook na casa do suspeito. Soheil Khalilfar, de 18 anos, foi preso e será julgado ainda nesta semana.

Fonte: Olhar Digital

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Guia traz a média de salário para diversos cargos de TI no Brasil

Os dados fazem parte de uma pesquisa divulgada pela empresa de recrutamento Robert Half
15 de Agosto de 2011 | 08:35h

Qual o salário mensal de um gerente de TI, com mais de dez anos de experiência e que atue em uma grande empresa? Em média, esses profissionais recebem entre R$ 17 mil a R$ 29 mil. Pelo menos, de acordo com o Guia Salarial 2011/2012, divulgado pela empresa de recrutamento Robert Half.

O levantamento mostra quanto ganham, em média, diversos cargos de TI no mercado brasileiro, de acordo com tempo de experiência na posição atual e tamanho da empresa. E, segundo a Robert Half, se comparado ao mesmo Guia Salarial realizado em 2010, neste ano, a remuneração dos profissionais está, em média, 20% mais alta do que a tabela anterior.

A seguir, veja o guia com a média de salários (em Real) de alguns cargos de TI no Brasil, divulgado pela Robert Half:

Fonte: Robert Half

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Carreira: como a tecnologia vai acabar com a função de muitos gerentes

Especialista em gestão considera que os executivos com conhecimentos generalistas estão com os dias contados no mercado

04 de Agosto de 2011 | 09:15h

Nas últimas décadas, a tecnologia provocou uma verdadeira revolução nas empresas de todo o mundo e, principalmente, afetou a maneira como as pessoas trabalham. E, de acordo com a professora de gestão da London Business School – uma das principais escolas de negócio do mundo –, Lynda Gratton, um dos próximos passos dessa evolução será o desaparecimento dos cargos de média gerência ou de gerência operacional.

Em seu blog, Lynda fala que isso vai acontecer porque a própria tecnologia tem substituído o trabalho dos gestores, ao monitorar a performance, fornecer informações, relatórios e até apresentações. “O que deixa as pessoas que atuam como gerentes mais generalistas em uma situação vulnerável”, avisa a especialista. Ela lembra que, em um passado não muito distante, as empresas valorizaram esse perfil de profissional, mas boa parte deles não se preocupou em buscar um conhecimento mais profundo e, portanto, tende a ficar fora do mercado.

“Graças à internet e às ferramentas de busca, todo mundo sabe ou pode saber algo sobre tudo. Existe pouca vantagem competitiva em ser um 'sabe tudo' quando seu principal concorrente é o Wikipedia”, ressalta a professora.

Também por conta da tecnologia, ela considera que as atitudes dos profissionais diante dos gestores mudaram. Os jovens na faixa dos 20 anos, por exemplo, não costumam valorizar chefes que simplesmente agem de forma operacional – ou seja, dão ordens e analisam o cumprimento delas –, mas respeitam aqueles gestores que estão preocupados com o desenvolvimento profissional de cada pessoa da equipe. O que vai muito além do trabalho de um gerente médio.

Lynda afirma que quem hoje ocupa ou está prestes a ocupar uma posição de gerência precisa se preparar para investir em novas competências, que sirvam como verdadeiros diferenciais. Sem isso, a especialista acredita que os gestores tendem a ser cada vez menos importantes para as organizações.

O caminho passa também por apostar no desenvolvimento de conhecimentos específicos. A professora detalha que algumas pesquisas recentes indicam que, no futuro, as competências mais valorizadas para os gestores serão aquelas relacionadas a empreendedorismo, relacionamento interpessoal, criatividade, gestão de pessoas e sustentabilidade.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Conectar-se à rede caseira mesmo a 100km de distância: conheça o Super Wi-Fi

Apple já anunciou que está perto de produzir produtos compatíveis com a nova tecnologia


29 de Julho de 2011
17:05h

O sistema Wi-Fi receberá um update, inaugurando uma nova geração, a 802.22. A informação foi publicada oficialmente pela IEEE, organização que rege as normas para redes Wi-Fi. A nova versão utilizará freqüências que ficarão vazias, uma vez que as transmissões de TV analógica serão extintas em breve. A 802.22 possibilitará a transferência de dados em velocidades de até 22Mbps para os produtos que estiverem a cerca de 100km do transmissor.

É óbvio que ainda haverá um grande tempo de espera até que todas as mudanças necessárias sejam feitas. Mas a Apple já anunciou que está perto de produzir produtos compatíveis com o Super Wi-Fi.

Fonte: Olhar Digital

terça-feira, 26 de julho de 2011

#euassino:para acabar com impostos sobre produtos tecnológicos para deficientes

Parabéns ao Olhar Digital por esta iniciativa. Eu já fiz minha parte, faça você também!
Segue abaixo matéria na íntegra.
Luciano Ferrari

Iniciativa quer colher 600 mil assinaturas em um abaixo-assinado digital, com o objetivo de pressionar a aprovação de um Projeto de Lei
22 de Julho de 2011 | 19:45h

No Brasil, cerca de 27 milhões de pessoas – ou seja, mais de 10% da população – apresentam algum tipo de deficiência, e 70% delas vivem na linha da pobreza ou abaixo dela. A tecnologia pode melhorar, e muito, a qualidade de vida desses indivíduos. Porém, 90% dos produtos voltados a esse fim são importados, e pagam, em média, 60% em impostos para entrar no país. O resultado são preços elevados, restringindo o acesso a um grupo privilegiado da sociedade.

Assine o abaixo-assinado aqui

O movimento "#euassino" , criado pelo Olhar Digital, quer pressionar o governo federal a acabar com os impostos de importação sobre todos os produtos destinados a pessoas com deficiência. São itens como cadeiras de rodas especiais, bengalas com ultrassom, impressoras brailes, entre outros.

A ação começa com o incentivo ao uso da hashtag #euassino no Twitter, das 12h às 23h59 do próximo domingo, dia 24/7. No mesmo dia, o programa Olhar Digital, veiculado na Rede TV! a partir das 15:45h, exibirá uma matéria especial abordando o assunto e chamando a atenção da sociedade para o problema. As ações têm o objetivo de colher 600 mil assinaturas em um abaixo-assinado virtual (no endereço www.olhardigital.com.br/euassino), que será enviado ao Congresso para pressionar pela aprovação de um Projeto de Lei (PL 7916/2010) - que já está na Câmara dos Deputados – e que prevê o fim dos impostos de importação para produtos voltados a deficientes.

O objetivo é fazer com que o Brasil siga o exemplo de países europeus, que, na década de 1950, assinaram o Acordo de Florença. O documento prevê a isenção de impostos para importação de qualquer objeto usado para educação, progresso e inclusão das pessoas com necessidades especiais.

A tecnologia pode fazer toda a diferença para quem mais precisa dela. Participe dessa iniciativa: assine aqui e tuíte a hashtag #euassino no Twitter neste domingo!

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A Geração Y Está Dando Uma Banana Para Você

Há um par de meses, publiquei aqui um artigo muito interessante do Julio Vasconcellos, fundador do site de compras coletivas Peixe Urbano, sobre a importância da cultura como aliada na concretização de um sonho (A cultura da empresa é tudo; sem ela, não temos motivação, não temos coesão, não temos nada). Desta vez, tomo a liberdade de compartilhar o artigo do Alexandre Hohagen, responsável pelas operações do Facebook na América Latina, onde ele fala sobre os talentos da geração 80 e o que eles querem.
Destaco a excelente reflexão contida no texto abaixo, publicado ontem na Folha de São Paulo, pois se encaixa perfeitamente com o conteúdo que estarei apresentando no próximo dia 21 de Julho, no forum Gestão de Talentos em Ação, onde traremos à tona a gestão da cultura organizacional como uma aliada estratégica na retenção dos talentos necessários ao bom andamento do seu negócio.
Leia e compartilhe conosco o seu ponto de vista:

“CULTURA E A GUERRA POR TALENTOS
Se você é executivo, chefe, empreendedor, profissional antenado, atenção para duas realidades: estamos vivendo uma escassez de profissionais qualificados; e a geração Y, que nasceu na década de 80 e foi criada no mundo digital, está dando uma banana para as empresas que pensam que, para atrair e reter talentos, basta aumentar salários.
Essa geração, na verdade, quer muito mais do que isso, como mostrou pesquisa recente da Cia. de Talentos. Nela, 35 mil jovens em todo o país contaram o que querem na hora de escolher as empresas para trabalhar. Cultura e ambiente de trabalho, oportunidade de desenvolvimento e qualidade de vida vêm acima da remuneração! Uma das ações mais fascinantes e ao mesmo tempo desafiadoras no mundo corporativo é como construímos e mantemos uma cultura de trabalho saudável e inspiradora.
Muitos dizem que a cultura é o reflexo do estilo de seu líder. Tenho pensado bastante em qual papel exercemos nesse tema.
Minha vida profissional foi acompanhada de experiências com a construção e a manutenção de culturas corporativas. É incrível como o ambiente de trabalho, o espírito de empreendedorismo, a capacidade de colaboração, o respeito e o desapego ao poder têm relação direta com a performance das pessoas e das empresas.
No Google, comecei com menos de meia dúzia de pessoas e dedicação na construção de uma cultura que contribuiu para que a empresa tivesse o sucesso e o reconhecimento que tem hoje. Um trabalho que foi construído passo a passo – não só pelo líder, mas por centenas de mãos que se juntaram a uma filosofia simples, direta, com tremendo foco nas pessoas e suas motivações, num ambiente equilibrado entre performance e diversão… tudo isso ao longo de mais de cinco anos.
Há algumas semanas, fui convidado para um curso de empreendedorismo cujo tema era liderança e cultura. Dúvida mais comum dos participantes: como construir uma cultura vencedora e como mantê-la à medida que a empresa cresce.
A manutenção da cultura é fator essencial na retenção de talentos, principalmente à medida que as empresas crescem, se tornam mais burocráticas, deixam de lado o equilíbrio entre metas e ambiente de trabalho, entre outras mudanças.
Interessante é que, num mundo cada vez mais competitivo, a guerra por talentos leva grandes empresas a focar suas armas mais nas questões financeiras do que no esforço de construir uma cultura inspiradora, balanceada, colaborativa.
Quiseram também saber o significado de culturas vencedoras e qual será o foco agora que estou montando a operação do Facebook na América Latina. A construção de uma organização tem de estar, acima de tudo, alinhada a seus valores éticos e morais. É básico e assegura à empresa sua sobrevivência, sua reputação e excelentes resultados.
Outro foco fundamental é na formação da equipe inicial. Uma das coisas importantes que aprendi na carreira é a importância de contratar as pessoas corretas no início.
Aqui os candidatos passam por ao menos cinco entrevistas, sempre com pessoas de diferentes times, para garantir a diversidade nas perguntas. Em alguns casos, fazem apresentações para um painel de executivos. Ao final, cada entrevistador sugere a contratação ou não. As decisões são colegiadas.
Mais importante do que o currículo ou as entrevistas é o alinhamento dos candidatos com a cultura que queremos construir. Muitas vezes, candidatos brilhantes academicamente não têm o perfil para trabalhar num ambiente informal e pouco hierarquizado, por exemplo.
No Brasil, vamos inovar trazendo uma equipe de jovens de diferentes locais, que já trabalham na empresa há alguns anos, para ajudar na integração e na cultura dos novos funcionários.
Como líderes num país tão dinâmico e promissor, entendo a responsabilidade que temos na formação de muitos profissionais. Trabalhar com respeito, desenvolver pessoas, construir culturas saudáveis está acima do nosso papel profissional.
É uma obrigação ética com as novas gerações.”



Entre outros pontos brilhantes deste artigo, destaco o seguinte trecho: “Mais importante do que o currículo ou as entrevistas é o alinhamento dos candidatos com a cultura que queremos construir”, pois coincidentemente já apontava no post “3 Maneiras de Avaliar o Quanto um Candidato se Encaixa na Cultura Organizacional” a necessidade de ter um processo especifico que garanta o sucesso das novas contratações.
 Para estas e outras questões referentes a como transformar a cultura organizacional em sua aliada estratégica número 1, conte comigo.
Pablo

Fonte: http://alliancecoaching.wordpress.com/2011/06/17/cultura-e-a-guerra-por-talentos/

domingo, 10 de abril de 2011

Cloud computing: O que é isso?

Cloud computing é a expressão do momento em tecnologia. Nomes de peso como Amazon, AT&T, Dell, HP, IBM, Intel, Microsoft e Yahoo já anunciaram planos e investimentos na área e o Gartner acaba de liberar um relatório que aponta o cloud computing como uma das três mais importantes tendências emergentes nos próximo três a cinco anos.
Cloud computing pode ser definido como um modelo no qual a computação (processamento, armazenamento e softwares) está em algum lugar da rede e é acessada remotamente, via internet. Porém, esse conceito ainda é meio nebuloso, como pode ver no vídeo a seguir.

“O que realmente significa é que alguém vai assumir a responsabilidade de entregar algumas funções de TI como serviços para alguns clientes e eles não precisam saber como funciona, eles simplesmente usarão”, esclarece Daryl C. Plummer, vice-presidente do Gartner, em um podcast da empresa de análise.

Veja mais aqui

segunda-feira, 21 de março de 2011

Brasil pode ter fábrica da Apple, diz jornal

por IT Web

21/03/2011

Rede Bom Dia informa que rede fabril chinesa Foxconn estuda ampliar sua planta em Jundiaí


A rede fabril chinesa Foxconn, que produz computadores para a HP e para Sony, teria encomendado estudos para a implantação de uma terceira linha em sua fábrica de Jundiaí, interior de São Paulo, para atender produtos da Apple. As informações são do jornal Bom Dia.
De acordo com a notícia, a fabricante estudaria a ampliação de seu parque fabril da região, o que traria a possibilidade de agregar a marca à sua produção brasileira. No Brasil, a Apple não confirmou o rumor e, ao jornal, disse "não comentar especulações".

A prefeitura de Jundiaí informou à publicação que indústrias do segmento já investiram R$ 231 milhões na cidade nos três primeiros meses do ano.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Fibra óptica para milhões

ETHEVALDO SIQUEIRA - O Estado de S.Paulo

Estou curtindo a banda larga de verdade e a internet a 30 megabits por segundo (Mbps). Quase não acredito que disponho desse tipo de solução a cada vez que entro na internet e baixo arquivos pesados em poucos segundos. Vocês não imaginam a diferença que faz a fibra óptica, tanto em downloads quanto em uploads. Com 30 Mbps, baixo e envio arquivos em tempo recorde, o que aumenta significativamente minha produtividade e meu acelera meu trabalho pessoal.


Embora esteja usando há pouco mais de dois meses o acesso super rápido em fibra óptica, da Telefônica, já pude sentir os benefícios da nova tecnologia. Hoje, navego com uma rapidez até aqui inimaginável e, o melhor de tudo, pago muito menos por todas essas vantagens. Para baixar músicas ou vídeos, não tenho que esperar mais que alguns segundos. Para transmitir fotos de 20 megapixels, menos de um minuto.

Se eu tivesse escrito este artigo há apenas cinco anos, prevendo a chegada desses avanços nesse período, com certeza me chamariam de louco. Os serviços de que disponho hoje, entretanto, devem tornar-se realidade em poucos meses para a maioria dos paulistas. Até outubro passado, eu havia tentado todas as soluções disponíveis onde resido, isto é, em frente à Granja Viana. Nada me resolvia - nem rádio, satélite ou 3G, já que estou longe da central telefônica e não posso ser atendido por Speedy.

Um milhão de lares. Os planos da Telefônica preveem a conexão de mais de 1 milhão de domicílios na Grande São Paulo por redes de fibra óptica, do tipo Fiber-to-the-Home (FTTH), até 2015. E para nossa alegria, outras empresas, como a GVT e a Embratel, prometem ampliar essa oferta até o segundo milhão de domicílios.

Segundo anunciou em dezembro o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, a empresa aposta na expansão dos acessos de banda larga via fibra óptica e na massificação da TV paga no próximo ano. "A instalação da fibra óptica está entrando agora em processo industrial, pois dispomos de 200 equipes treinadas para instalar acessos em fibra óptica. A cada dia, podemos instalar a fibra óptica em 600 domicílios."

Segundo Milton Abruccio, gerente de comunicação corporativa do Grupo Telefônica no Brasil, a rede óptica da empresa já passa diante de 400 mil domicílios home passed (ou fibrados), na Grande São Paulo, Campinas e Santos, abrangidos por rede de última milha em fibras ópticas, algo que nenhum concorrente oferece, embora atenda apenas a 11,5 mil clientes.

Com a expansão dessa rede, a expectativa da companhia é chegar levar a fibra óptica e o acesso de banda ultra larga às maiores cidades do Estado, com conexões com velocidades de 30 a 100 megabits por segundo (Mbps). Com essa rede, a empresa oferecerá serviços de TV paga, que inclui vídeo sob demanda, chamado Fibra TV. O serviço de fibra óptica da Telefônica tem duas modalidades. O Fibra Banda Larga proporciona a experiência de navegar na internet com velocidades entre 30 e 100 mbps. Já o Fibra TV, oferecido em parceria com a TVA, da qual a Telefônica é sócia, torna disponível , além da internet super-veloz (de 30 a 100 mbps), TV por assinatura digital (com 23 canais HD) e uma locadora virtual inteligente, com mais de 2 mil títulos disponíveis, entre filmes, séries e programação infantil.

Os preços dos pacotes do serviço de fibra da Telefônica variam de R$ 119 (30 Mbps) a R$ 229 (100 Mbps) para o Fibra Banda Larga. Para o Fibra TV, é preciso adicionar os custos dos pacotes de TV (de R$ 75 a R$ 205), que já incluem a Locadora Virtual. Desde novembro, o Fibra TV inclui mais uma facilidade inédita no país, o IPVR Multi-room, gravador digital que põe à disposição o conteúdo gravado em todos os cômodos da residência onde há ponto de TV - no pacote básico, são oferecidos dois pontos, sem cobrança adicional por cada um deles.

Mais competição. Ninguém neste País deseja e incentiva mais a competição em telecomunicações do que eu. E, felizmente, ela está chegando, embora em ritmo muito lento. Mas temos, é claro, a perspectiva de competição na oferta de banda larga de altíssima velocidade que começa a concretizar-se na região metropolitana de São Paulo.

Nos próximos meses, teremos a GVT, que promete um trabalho da melhor qualidade. E, nesse sentido, temos boas notícias. A primeira delas é que, gradativamente, toda a Grande São Paulo poderá contar com essa tecnologia e todas as vantagens do acesso de alta velocidade à internet. Tudo isso se torna realidade com as novas ofertas de internet a velocidades super elevadas em São Paulo, Rio, Belo Horizonte e outras grandes cidades, como resultado direto do aumento da competição entre as grandes operadoras: GVT, NET (Embratel) e Telefônica.

A desafiante nesse processo é a GVT, operadora autorizada que detém quase 4 milhões de linhas fixas no País e atua em uma centena de cidades, nas regiões Sul, Centro-Oeste, Nordeste, no interior de São Paulo e que, finalmente, chega à Grande São Paulo. As novas ofertas se apoiam, principalmente, na expansão das redes de fibras ópticas, que permitem esse salto nas velocidades de acesso, de 10 a 100 Mbps e, melhor do que tudo, a preços bem mais baixos, como já começa a ocorrer em Brasília, Curitiba e Porto Alegre.

09 de janeiro de 2011 | 0h 00

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Rodrigo Branco - Hacker do Bem



Entrevista recomendada por Denny Roger

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Cisco planeia aparelho que combina TV com vídeo online

A Cisco Systems planeia revelar um aparelho para televisão que combina elementos de serviços online da Web com programação de TV ao vivo, a pedido e gravada, publicou o Wall Street Journal.
Citando fontes próximas do assunto, o jornal publicou que a Cisco vai vender os aparelhos (set-top-boxes) híbridos para operadoras de TV por cabo como Comcast. O produto ajudaria as operadoras a enfrentar a competição gerada por serviços de vídeo online oferecidos por empresas como Google e Apple.

A empresa evitou comentar o assunto, mas concederá uma conferência de imprensa para revelar como planeia ajudar fornecedores de serviços e de conteúdo a oferecerem uma combinação de TV paga, vídeo online e a pedido.

A Cisco entrou no mercado de set-top-box através da aquisição da Scientific Atlanta, em 2006.